Pelo menos cem mortos na sala de espetáculos Bataclan, França fecha fronteiras

o Presidente francês falou ao país esta noite e declarou o estado de emergência e o encerramento de fronteiras. Um dos ataques terá sido perpetrado por um atacante suicida.

Marcos Celso, Rui Mendes /

Foto: epa

Já não há palavras para descrever o que se passou sexta-feira em Paris. Os ataques decorreram em simultâneo em pelo menos sete locais diferentes da capital francesa. O terrorismo voltou a Paris fazendo lembrar - em pior escala - os ataques ao jornal Charlie Hebdo. De acordo com as últimas informações dentro do centro de artes Bataclan estavam 1500 pessoas e terão sido feitos reféns cem pessoas. O Estádio de França, em Saint Dennis, e um restaurante foram outros dos focos destes incidentes.  A RTP atualiza os dados que vão chegando da capital francesa e as reações dos principais líderes mundiais.

O repórter da Rádio Alfa, Armindo Faria, encontrava-se no Estádio de França onde decorria o amigável de futebol França-Alemanha e retratou à Antena 1 o que aconteceu em Paris.



(Foto: Philippe Wojazer - Reuters)


De acordo com informações da polícia foram mortas em vários locais  da noite parisiense, tendo sido mortas três pessoas num bar perto do Estádio de França, onde decorreu um jogo amigável de futebol, França-Alemanha, e onde se ouviram explosões.

Registaram-se vários mortos na Rue Charolle, norte de Paris, e pelo menos outras 15 pessoas foram mortas no sala de espectáculos do centro de artes Bataclan.
(Foto: Philippe Wojazer - Reuters)


O presidente francês, François Hollande, foi retirado do estádio e deslocou-se para o ministério do Interior para acompanhar o evoluir dos acontecimentos.

Em cima da hora, a Antena 1, através do jornalista Luis Soares, dá conta das informações disponíveis.
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