Três IPO responsabilizam Ministério das Finanças pela falta de recursos humanos

A luta contra o cancro no três Institutos de Oncologia do país (Lisboa, Porto e Coimbra) está a enfrentar dificuldades por falta de recursos humanos, incluíndo médicos, enfermeiros e outros profissionais. Uma situação justificada pela falta de autorizações para contratação do Ministério das Finanças. Foi o que os presidentes dos três IPO do país foram dizer aos deputados da comissão parlamentar de Saúde.

ARLINDA BRANDÃO /

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Há pedidos com mais de um ano sem resposta, os serviços estão desfalcados de recursos humanos e o presidente do IPO de Lisboa diz mesmo que não é possível continuar muito mais tempo nesta situação.

Em declarações aos jornalistas, Nuno Miranda, diretor do programa nacional para as doenças oncológicas, defende que mesmo sem uma exceção da lei dos compromissos para os IPO ou hospitais, o Ministério das Finanças deve encontrar uma resposta para haver outra capacidade de contratação de profissionais nesta área do cancro.

Dos 40 mil novos casos de cancro que surgem por ano em Portugal, metade são assistidos nos 3 IPO , em especial os mais complicados de tratar.
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