País
Tribunal de Torres Novas começa a julgar Adelina Lagarto
Adelina Lagarto, mulher do sargento Luís Gomes, e que tem à sua guarda a menina de Torres Novas, começa hoje a ser julgada no Tribunal. A mãe afectiva da menina é acusada de sequestro e subtracção de menor.
Adelina Lagarto começa hoje a ser julgada em Torres Novas acusada de sequestro e subtracção de menor. Uma acusação em tudo semelhante à do sargento Luís Gomes, o seu marido, que foi condenado a seis anos de prisão por sequestro agravado de menor.
Na altura do julgamento de Luís Gomes, Adelina Lagarto estava em parte pelo que não foi possível realizar o seu julgamento a par do marido.
Luís Gomes viu, no entanto, reduzida a pena para metade pela Relação de Coimbra com pena suspensa por 2 anos.
Adelina Lagarto acabou por se entregar à justiça que acabou por a autorizou a manter a guarda da menor até que o processo de regulação do poder paternal ficasse concluído.
Neste julgamento espera-se que, apesar de entrar no Tribunal para ser julgada por sequestro da menor, o venha a ser apenas por subtracção tal como aconteceu ao marido que foi absolvido do crime de sequestro pelo Supremo Tribunal de Justiça.
A criança, actualmente com seis anos, foi entregue pela mãe, Aidida Porto, ao casal Luís Gomes e Adelina Lagarto quanto tinha três meses de idade e o pai não tinha ainda assumido a paternidade, algo que só fez quando a criança tinha um ano.
Desde então, apesar do casal continuar com a guarda da menor, o pai, que detém o poder paternal, tem insistido judicialmente em ter a menor consigo, tendo mesmo ganho em várias instâncias judiciais os processos que interpôs.
Os últimos desenvolvimentos deste caso dão conta de que têm decorrido contactos da menor com os pais, numa estratégia do Tribunal para criar proximidade entre todas as partes, já que o poder paternal foi conferido pela justiça ao progenitor que ainda não tem condições para o exercer sem causar prejuízos à criança.
Em sua defesa, Adelina Lagarto alega que o pai tinha dado sinais de que "se desinteressara por completo da menor" e que nunca foi "notificada de qualquer ordem de entrega" ou "contactada pelo assistente" para a entregar.
O colectivo do Tribunal de Torres Novas que vai julgar este caso será presidido por Cristina Almeida e Sousa e inclui ainda Judite Oliveira Pires e Nuno Cunha, três magistrados que lidam pela primeira vez com este caso, já que o processo de regulação do poder paternal está nas mãos de outra magistrada também do Tribunal de Torres Novas.
Na altura do julgamento de Luís Gomes, Adelina Lagarto estava em parte pelo que não foi possível realizar o seu julgamento a par do marido.
Luís Gomes viu, no entanto, reduzida a pena para metade pela Relação de Coimbra com pena suspensa por 2 anos.
Adelina Lagarto acabou por se entregar à justiça que acabou por a autorizou a manter a guarda da menor até que o processo de regulação do poder paternal ficasse concluído.
Neste julgamento espera-se que, apesar de entrar no Tribunal para ser julgada por sequestro da menor, o venha a ser apenas por subtracção tal como aconteceu ao marido que foi absolvido do crime de sequestro pelo Supremo Tribunal de Justiça.
A criança, actualmente com seis anos, foi entregue pela mãe, Aidida Porto, ao casal Luís Gomes e Adelina Lagarto quanto tinha três meses de idade e o pai não tinha ainda assumido a paternidade, algo que só fez quando a criança tinha um ano.
Desde então, apesar do casal continuar com a guarda da menor, o pai, que detém o poder paternal, tem insistido judicialmente em ter a menor consigo, tendo mesmo ganho em várias instâncias judiciais os processos que interpôs.
Os últimos desenvolvimentos deste caso dão conta de que têm decorrido contactos da menor com os pais, numa estratégia do Tribunal para criar proximidade entre todas as partes, já que o poder paternal foi conferido pela justiça ao progenitor que ainda não tem condições para o exercer sem causar prejuízos à criança.
Em sua defesa, Adelina Lagarto alega que o pai tinha dado sinais de que "se desinteressara por completo da menor" e que nunca foi "notificada de qualquer ordem de entrega" ou "contactada pelo assistente" para a entregar.
O colectivo do Tribunal de Torres Novas que vai julgar este caso será presidido por Cristina Almeida e Sousa e inclui ainda Judite Oliveira Pires e Nuno Cunha, três magistrados que lidam pela primeira vez com este caso, já que o processo de regulação do poder paternal está nas mãos de outra magistrada também do Tribunal de Torres Novas.