País
"Tricas internas do Chega". Deputado Rui Afonso nega acusações de arguido do Grupo 1143
Rui Afonso negou as acusações do arguido do grupo 1143 e lamentou "as tricas internas" do Chega. Em entrevista à RTP, reagindo à notícia do jornal Público, o deputado do Chega disse que a denúncia de ter comprado votos a neonazis "é um verdadeiro disparate".
"Lamento estar a falar, não sobre assuntos do país, mas sobre assuntos que tem a ver com tricas internas do próprio partido", começou por reagir, este domingo, o deputado do Chega, na entrevista à RTP.
Na altura das eleições distritais, em setembro de 2023, Rui Afonso diz que nem existia organicamente "o grupo 1143", que "emergiu da claque Juventude Leonina".
"No Porto nunca existiu", realçou, acrescentando que segundo publicações nas redes sociais, só começou a surgir a partir de outubro de 2023.
"Esta notícia é um verdadeiro disparate. Tem a ver com tricas internas que existem dentro do partido. Nunca precisei de pagar cotas a ninguém. Nunca inscrevi ninguém", afirmou. Jornal da Tarde | 22 de fevereiro de 2026
O presidente da distrital do Chega no Porto, desde 2021, solicitou ao Conselho de Jurisdição Nacional do partido para "abrir um processo de averiguações para verificar essa situação".
Continuando a negar as acusações, divulgadas no Público, Rui Afonso explicou que venceu as eleições na distrital em 2023, com 172 votos, e a segunda pessoa mais votada com cerca de 120 votos."Se eu inscrevi centenas de militantes, se levei tantos a votar (...), onde é que andam esses votos?", questionou. "Se eu paguei entre 3.500 e 3.800 euros a cada militante para votar em mim, das duas uma: ou sou o Elon Musk ou o Bill Gates e não sabia".
Sobre um vídeo onde segue num autocarro com elementos do Grupo 1143, o deputado afirmou que sempre foi "a manifestações a Lisboa".
"Tenho por hábito ir nos autocarros. (...) Eu gosto de ir com as pessoas", disse. "Quando entro no autocarro não sei quem são as pessoas".
Rui Afonso nega ainda ter pedido segurança ao grupo neonazi.
"Esta notícia, além de ser falsa, é um disparate e é um ataque ao bom jornalismo".
Na altura das eleições distritais, em setembro de 2023, Rui Afonso diz que nem existia organicamente "o grupo 1143", que "emergiu da claque Juventude Leonina".
"No Porto nunca existiu", realçou, acrescentando que segundo publicações nas redes sociais, só começou a surgir a partir de outubro de 2023.
"Esta notícia é um verdadeiro disparate. Tem a ver com tricas internas que existem dentro do partido. Nunca precisei de pagar cotas a ninguém. Nunca inscrevi ninguém", afirmou. Jornal da Tarde | 22 de fevereiro de 2026
O presidente da distrital do Chega no Porto, desde 2021, solicitou ao Conselho de Jurisdição Nacional do partido para "abrir um processo de averiguações para verificar essa situação".
Continuando a negar as acusações, divulgadas no Público, Rui Afonso explicou que venceu as eleições na distrital em 2023, com 172 votos, e a segunda pessoa mais votada com cerca de 120 votos."Se eu inscrevi centenas de militantes, se levei tantos a votar (...), onde é que andam esses votos?", questionou. "Se eu paguei entre 3.500 e 3.800 euros a cada militante para votar em mim, das duas uma: ou sou o Elon Musk ou o Bill Gates e não sabia".
Sobre um vídeo onde segue num autocarro com elementos do Grupo 1143, o deputado afirmou que sempre foi "a manifestações a Lisboa".
"Tenho por hábito ir nos autocarros. (...) Eu gosto de ir com as pessoas", disse. "Quando entro no autocarro não sei quem são as pessoas".
Rui Afonso nega ainda ter pedido segurança ao grupo neonazi.
"Esta notícia, além de ser falsa, é um disparate e é um ataque ao bom jornalismo".