Política
Assessor de Cavaco fala em máquina "invisível" de Sócrates para denegrir inimigos
Fernando Lima acusou o anterior Governo socialista de ter montado uma máquina para denegrir quem considerava uma ameaça ao seu domínio.
Afastado depois de ter sido apontado como a origem do que ficaria conhecido com o caso das escutas em Belém, em plena campanha eleitoral para as as legislativas de 2009, faz agora nestas páginas a defesa da honra e os ajustes de contas.
Acusa os socialistas de montarem uma máquina poderosa e invisível para denegrir os inimigos e lembra que quando denunciou a existência de possíveis acções de vigilância a Belém estava longe de ser uma voz isolada.