Assessor de Cavaco fala em máquina "invisível" de Sócrates para denegrir inimigos

Fernando Lima acusou o anterior Governo socialista de ter montado uma máquina para denegrir quem considerava uma ameaça ao seu domínio.

Lígia Veríssimo, Paulo Lourenço, Miguel Teixeira /
São dez anos em 430 páginas. Chama-se "Na sombra da presidência", e o autor é Fernando Lima, o histórico assessor para a comunicação social de Cavaco Silva.

Afastado depois de ter sido apontado como a origem do que ficaria conhecido com o caso das escutas em Belém, em plena campanha eleitoral para as as legislativas de 2009, faz agora nestas páginas a defesa da honra e os ajustes de contas.

Acusa os socialistas de montarem uma máquina poderosa e invisível para denegrir os inimigos e lembra que quando denunciou a existência de possíveis acções de vigilância a Belém estava longe de ser uma voz isolada.
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