Averiguações preventivas. Procuradora-geral adjunta admite que não o faria

A procuradora-geral adjunta acredita que o Ministério Público não trabalha com base nas datas de atos eleitorais, mas reconhece que o caso das averiguações preventivas pode influenciar o voto dos portugueses.

RTP /
Maria José Fernandes não critica a decisão do procurador, embora admita que não o faria neste timing.
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