Política
Banda filarmónica, vaias e assobios recebem o primeiro-ministro em Cantanhede
Dezenas de manifestantes concentraram-se em frente à Câmara Municipal de Cantanhede para receber o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, com assobios e palavras de ordem contra as políticas do governo.
O primeiro-ministro ia visitar a Expofacic em Cantanhede e à hora que estava prevista a sua chegada ao certame, vários manifestantes convocados pelos vários sindicatos de Coimbra bem como pelo sindicato dos Professores da Região Centro aguardavam pela sua chegada empunhando bandeiras negras e cartazes que exprimiam duras criticas à política levada a cabo pelo Governo de coligação.
Os manifestantes eram mantidos a alguma distância do local onde Pedro Passos Coelho e a sua comitiva receberia as honras pela fanfarra dos bombeiros locais, por um cordão formado por militares da Guarda Nacional Republicana (GNR).
O Primeiro-Ministro chegou com dez minutos de atraso relativamente ao horário previsto, cumprimentou o presidente da Câmara de Cantanhede e demais entidades presentes e encaminhou-se para a banda dos bombeiros que lhe prestou honras. Fê-lo virado para os manifestantes mas aparentando ignorar os gritos, vaias e assobios que lhe eram dirigidos.
Finda a pequena homenagem pela banda, Passos Coelho dirigiu-se para o edifício onde decorre a exposição não sem antes cumprimentar umas crianças que ali o aguardavam.
Do lado de lá da barreira formada por militares da Guarda Nacional Republicana, que os impedia de se aproximarem, os manifestantes vaiavam e lançavam palavras de ordem contra o Governo.
António Moreira, coordenador da União de Sindicatos de Coimbra, garantia, citado pela agência Lusa, que, "quando houver governantes em visita ao distrito de Coimbra, contarão sempre com a presença da CGTP".
Segundo o dirigente sindical, "essa presença existirá até o Governo cair ou existir uma mudança de políticas".
Presente entre os manifestantes estava o líder da Fenprof, Mário Nogueira, que questionado pela RTP sobre se estava dececionado por não ter chegado à fala com o Primeiro-Ministro, esclareceu que os manifestantes “não estavam ali para falar com o primeiro-ministro, já que na passada segunda-feira os sindicatos tinham tentado falar com o ministro da Educação e este se tinha recusado a recebê-los”.
“(Os manifestantes) estão aqui para protestar contra as políticas do Governo e são cada vez mais os que enchem” as manifestações que protestam na rua, acrescentou o líder sindical.
Os manifestantes pedem a demissão do Governo, porque sendo necessário mudar de políticas chegaram à conclusão de que ao fim de apenas um ano este governo se “apresenta velho e cansado” e já provou não ser capaz de mudar de políticas, pelo que apenas uma solução existe para o problema, a demissão, concluiu Mário Nogueira.
Os manifestantes eram mantidos a alguma distância do local onde Pedro Passos Coelho e a sua comitiva receberia as honras pela fanfarra dos bombeiros locais, por um cordão formado por militares da Guarda Nacional Republicana (GNR).
O Primeiro-Ministro chegou com dez minutos de atraso relativamente ao horário previsto, cumprimentou o presidente da Câmara de Cantanhede e demais entidades presentes e encaminhou-se para a banda dos bombeiros que lhe prestou honras. Fê-lo virado para os manifestantes mas aparentando ignorar os gritos, vaias e assobios que lhe eram dirigidos.
Finda a pequena homenagem pela banda, Passos Coelho dirigiu-se para o edifício onde decorre a exposição não sem antes cumprimentar umas crianças que ali o aguardavam.
Do lado de lá da barreira formada por militares da Guarda Nacional Republicana, que os impedia de se aproximarem, os manifestantes vaiavam e lançavam palavras de ordem contra o Governo.
António Moreira, coordenador da União de Sindicatos de Coimbra, garantia, citado pela agência Lusa, que, "quando houver governantes em visita ao distrito de Coimbra, contarão sempre com a presença da CGTP".
Segundo o dirigente sindical, "essa presença existirá até o Governo cair ou existir uma mudança de políticas".
Presente entre os manifestantes estava o líder da Fenprof, Mário Nogueira, que questionado pela RTP sobre se estava dececionado por não ter chegado à fala com o Primeiro-Ministro, esclareceu que os manifestantes “não estavam ali para falar com o primeiro-ministro, já que na passada segunda-feira os sindicatos tinham tentado falar com o ministro da Educação e este se tinha recusado a recebê-los”.
“(Os manifestantes) estão aqui para protestar contra as políticas do Governo e são cada vez mais os que enchem” as manifestações que protestam na rua, acrescentou o líder sindical.
Os manifestantes pedem a demissão do Governo, porque sendo necessário mudar de políticas chegaram à conclusão de que ao fim de apenas um ano este governo se “apresenta velho e cansado” e já provou não ser capaz de mudar de políticas, pelo que apenas uma solução existe para o problema, a demissão, concluiu Mário Nogueira.