Catarina Martins quer ser travão aos preços da habitação

A candidata à Presidência da República começou, este domingo, numa feira na margem esquerda do Mondego, em Coimbra. "Tem um ótimo nome", brincou.

Fátima Pinto /

Fotos: Paulo Novais, Lusa

Catarina Martins autografou uma garrafa de vinho da Bairrada e levou outra de oferta. Visitou os vendedores de produtos biológicos e, com a colher de pau, ajudou Zé João a cozinhar uma mistura cheirosa de cogumelos e feijão!
 
"Queres um copo de tinto?", perguntou o vendedor. "É tão cedo!", respondeu a candidata. 

Catarina Martins disse querer ser um travão de emergência aos preços da habitação em Portugal e criticou o governo por achar que uma renda de 2300 euros é uma renda moderada. "Este governo acha que uma renda baixa é uma renda que é maior do que o salário mínimo nacional", disse a candidata a propósito dos dados mais recentes do Eurostat, que dão conta de que os preços das casas continuam a aumentar.
Os Mercadinhos da margem esquerda realizam-se uma vez por mês por iniciativa do Centro de Ciência Viva da Universidade de Coimbra. A candidata apoiada pelo Bloco de Esquerda seguiu depois para o Porto.  
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