Política
Cavaco Silva analisa com conselheiros situação política do país
O Conselho de Estado volta a reunir esta tarde, nove meses depois do último encontro, por convocatória do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva. A reunião está marcada para as cinco da tarde e em cima da mesa está a situação política do país depois de PSD e Governo não terem chegado a acordo para a viabilização do Orçamento do Estado para 2011.
Cavaco Silva foi rápido na convocatória do Conselho de Estado para a tarde de hoje já que poucos minutos depois de Governo e PSD romperem as negociações sobre o Orçamento do Estado para 2011 era convocada a reunião pela Presidência da República.
Perante o impasse entre o principal partido da oposição e o Governo quanto a um acordo para a viabilização do Orçamento do Estado para 2011, o Presidente da República viu-se na obrigação de actuar de imediato e a forma encontrada foi mandar chamar os Conselheiros de Estado, uma atitude vista por muitos como uma forma de pressão sobre PSD e Governo para a viabilização do documento.
Quanto ao que Cavaco Silva vai ouvir dos Conselheiros sabe-se apenas que a grande maioria dos membros do Conselho de Estado optaram entre o silêncio e a opinião de que o Orçamento deve ser viabilizado face à situação do país.
Conselheiros pela viabilização do Orçamento
Recorde-se que entre as vozes que Cavaco Silva vai ouvir esta tarde estão cinco personalidades sociais-democratas, nenhuma delas ligada neste momento à direcção do partido, mas a maioria favorável à viabilização pelo PSD das contas do Estado, apesar de criticarem o Orçamento e a inflexibilidade do executivo de José Sócrates.
Em sentido contrário está o presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, que se manifestou contra a viabilização do Orçamento e desafiou o PSD a definir se é "partido situacionista" ou de liderança do "ressurgimento nacional".
Entre os antigos presidentes da República sabe-se que Mário Soares defende a necessidade do Orçamento ser aprovado, apesar do considerar “muito mau”, enquanto Jorge Sampaio sublinha a necessidade de serem estabelecidos "os compromissos políticos que a situação exige" e Ramalho Eanes considera existir "ruído desnecessário" e "desadequado" em torno das principais questões que preocupam o país.
Recorde-se também que Cavaco Silva, e certamente não o deixará de dizer na reunião de hoje, já se mostrou convencido de que será possível alcançar na Assembleia da República um compromisso entre o Governo e os partidos que leve à aprovação do Orçamento "no devido tempo" já que a não aprovação não lhe "passa pela cabeça".
Perante o impasse entre o principal partido da oposição e o Governo quanto a um acordo para a viabilização do Orçamento do Estado para 2011, o Presidente da República viu-se na obrigação de actuar de imediato e a forma encontrada foi mandar chamar os Conselheiros de Estado, uma atitude vista por muitos como uma forma de pressão sobre PSD e Governo para a viabilização do documento.
Quanto ao que Cavaco Silva vai ouvir dos Conselheiros sabe-se apenas que a grande maioria dos membros do Conselho de Estado optaram entre o silêncio e a opinião de que o Orçamento deve ser viabilizado face à situação do país.
Conselheiros pela viabilização do Orçamento
Recorde-se que entre as vozes que Cavaco Silva vai ouvir esta tarde estão cinco personalidades sociais-democratas, nenhuma delas ligada neste momento à direcção do partido, mas a maioria favorável à viabilização pelo PSD das contas do Estado, apesar de criticarem o Orçamento e a inflexibilidade do executivo de José Sócrates.
Em sentido contrário está o presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, que se manifestou contra a viabilização do Orçamento e desafiou o PSD a definir se é "partido situacionista" ou de liderança do "ressurgimento nacional".
Entre os antigos presidentes da República sabe-se que Mário Soares defende a necessidade do Orçamento ser aprovado, apesar do considerar “muito mau”, enquanto Jorge Sampaio sublinha a necessidade de serem estabelecidos "os compromissos políticos que a situação exige" e Ramalho Eanes considera existir "ruído desnecessário" e "desadequado" em torno das principais questões que preocupam o país.
Recorde-se também que Cavaco Silva, e certamente não o deixará de dizer na reunião de hoje, já se mostrou convencido de que será possível alcançar na Assembleia da República um compromisso entre o Governo e os partidos que leve à aprovação do Orçamento "no devido tempo" já que a não aprovação não lhe "passa pela cabeça".