Chega afirma que Governo não quer baixar impostos e diz que OE é "insensível"

Chega afirma que Governo não quer baixar impostos e diz que OE é "insensível"

A bancada do Chega esteve reunida com o ministro das Finanças no Parlamento. O líder parlamentar, Pedro Pinto, afirma que "não baixar impostos" é uma "opção política".

RTP / Adicionar como fonte informativa
Lusa

O líder parlamentar do Chega, Pedro Pinto, afirmou esta segunda-feira que o Governo “não quer baixar os impostos” e que o próximo Orçamento do Estado para 2027 “não traz nada de novo”.

Após uma reunião com o ministro das Finanças, no Parlamento, Pedro Pinto garante que o Executivo não quer ajudar a resolver os problemas das pessoas.

“Este Governo não quer baixar os impostos nos combustíveis, na restauração. Tudo o que seja baixar os impostos, Joaquim Miranda Sarmento não o quer fazer. E portanto é uma opção política”, disse.O dirigente do Chega indicou que o Governo prevê um crescimento económico de "2% para o próximo ano, na senda daquilo que tem acontecido nos últimos anos, e procura também ter um superavit para o ano que vem de 0,2%".

Pedro Pinto referiu também que "o Governo diz que tem uma margem, provavelmente de 100 milhões".
“Este Governo não quer baixar os impostos nos combustíveis, na restauração. Tudo o que seja baixar os impostos, Joaquim Miranda Sarmento não o quer fazer. E portanto é uma opção política que tomou e que terá consequências no futuro”, disse.

“Aquilo que percebemos é que este continua a ser um governo insensível aos problemas das pessoas em Portugal”, sublinhando que “as pessoas estão numa crise grave” associada ao aumento do preço dos combustíveis.

“O Governo não está disponível para uma margem. Aquilo que percebemos é que vamos entrar numa discussão do Orçamento de Estado, que vamos apresentar propostas, mas vai ser uma discussão pífia”, lamenta Pedro Pinto. 




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