Política
Comissão Política do PS aprova lista de candidatos à Assembleia da República
A Comissão Política Nacional do PS aprovou as listas de candidatos socialistas a deputados às próximas eleições legislativas com 83% dos votos favoráveis, anunciou o secretário-geral adjunto, José Luís Carneiro. Entre os membros da Comissão Política Nacional do PS, 14% votaram contra e três por cento optaram pela abstenção.
FOTO: Tiago Petinga - Lusa
O "número dois" da direção do PS adiantou que há oito cabeças de lista novos em relação às eleições legislativas de 2019 e que foram incluídos em lugar de eleição direta dois dirigentes da UGT.
Uma das poucas mudanças introduzidas nas listas nesta reunião da Comissão Política Nacional do PS foi a subida da deputada Romualda Fernandes na candidatura pelo círculo de Lisboa.
Romualda Fernandes, atual deputada, estava na lista que saiu da Federação da Área Urbana de Lisboa (FAUL) na 27.ª posição, em lugar considerado na zona cinzenta de eleição, tendo passado agora para a 19.º, com o secretário de Estado Miguel Cabrita a descer para o 20.º lugar.
Romualda Fernandes, atual deputada, estava na lista que saiu da Federação da Área Urbana de Lisboa (FAUL) na 27.ª posição, em lugar considerado na zona cinzenta de eleição, tendo passado agora para a 19.º, com o secretário de Estado Miguel Cabrita a descer para o 20.º lugar.
"As listas são compostas por pessoas com experiência de vida e política. O momento exigente que o país atravessa é importante termos pessoas com essa experiência, para darem estabilidade e suporte político competente Governo", disse José Luís Carneiro.
Perante os jornalistas, o secretário-geral adjunto do PS procurou traçar de forma indireta uma linha de diferenciação face ao PSD, dizendo que, no caso dos socialistas, "70% dos candidatos a deputados foram escolhidos num processo democrático, com a participação das estruturas locais e distritais".
"Nestas escolhas, temos 147 mulheres candidatas nas listas do PS e há um rejuvenescimento forte dos jovens já com qualificações, que decidiram estar disponíveis para a vida política e cívica", referiu ainda.
Perante os jornalistas, o secretário-geral adjunto do PS procurou traçar de forma indireta uma linha de diferenciação face ao PSD, dizendo que, no caso dos socialistas, "70% dos candidatos a deputados foram escolhidos num processo democrático, com a participação das estruturas locais e distritais".
"Nestas escolhas, temos 147 mulheres candidatas nas listas do PS e há um rejuvenescimento forte dos jovens já com qualificações, que decidiram estar disponíveis para a vida política e cívica", referiu ainda.
c/ Lusa