Política
Crise na Habitação: Montenegro garante que Governo está "disponível para diálogo"
Luís Montenegro reconhece que a população tem direito a manifestar-se pelo direito à Habitação, mas garante que o Governo se mantém disponível para o diálogo "com os representantes do povo". O primeiro-ministro acusa a oposição de não ceder e deixa o recado que as ideias que vão vingar serão as do executivo.
No dia em que o presidente da República recebeu os partidos, o primeiro-ministro foi visitar uma escola no Sátão, distrito de Viseu.
Luís Montenegro disse, questionado pelos jornalistas, que o Governo não se reúne com os manifestantes pelo direito à Habitação por não haver "uma organização, um corpo dirigente, um corpo representativo".
"Há muitas pessoas que têm manifestado a sua posição, há várias organizações, há até partidos políticos e nós falamos com os representantes do povo, em primeiro lugar", argumentou o primeiro-ministro.
Apesar disso, o governante afirmou que o Executivo tem "falado muito para os jovens", mencionando os apoios ao arrendamento, como o projeto "Porta 65", e à compra da primeira casa. E admitiu que "há protestos", alegando "um problema estrutural acumulado ao longo dos anos".
"Nós estamos a dar resposta", garantiu, acrescentando que as pessoas têm direito a manifestar-se e a "dar a sua opinião".
Montenegro disse ainda que sabe "ver" e "ouvir", além de saber "distinguir os manifestantes, que não são todos iguais".
Sobre as negociações com os partidos, para a Habitação e para o Orçamento do Estado, o primeiro-ministro assegurou que o Governo está disponível para "o diálogo político".
"Mas temos de falar em verdade. Todos têm palavras de grande consideração pelo diálogo. Todos estão disponíveis. Todos estão sempre muito abertos a isso. E depois quando vamos discutir as políticas concretas, nenhum abdica, ou quase nenhum abdica, dos seus posicionamentos iniciais".
Mas para "haver abertura e disponibilidade, todos têm de ceder". E, segundo Luís Montenegro, "o Governo tem sido o parceiro que mais tem cedido".
O primeiro-ministro esclareceu que apesar da disponibilidade do executivo para o diálogo, "a linha principal de atuação é o programa do Governo".
"Foi o programa do Governo que foi viabilizado na Assembleia da República. E foi o programa do Governo que foi escolhido pelos portugueses".
Luís Montenegro disse, questionado pelos jornalistas, que o Governo não se reúne com os manifestantes pelo direito à Habitação por não haver "uma organização, um corpo dirigente, um corpo representativo".
"Há muitas pessoas que têm manifestado a sua posição, há várias organizações, há até partidos políticos e nós falamos com os representantes do povo, em primeiro lugar", argumentou o primeiro-ministro.
Apesar disso, o governante afirmou que o Executivo tem "falado muito para os jovens", mencionando os apoios ao arrendamento, como o projeto "Porta 65", e à compra da primeira casa. E admitiu que "há protestos", alegando "um problema estrutural acumulado ao longo dos anos".
"Nós estamos a dar resposta", garantiu, acrescentando que as pessoas têm direito a manifestar-se e a "dar a sua opinião".
Montenegro disse ainda que sabe "ver" e "ouvir", além de saber "distinguir os manifestantes, que não são todos iguais".
Sobre as negociações com os partidos, para a Habitação e para o Orçamento do Estado, o primeiro-ministro assegurou que o Governo está disponível para "o diálogo político".
"Mas temos de falar em verdade. Todos têm palavras de grande consideração pelo diálogo. Todos estão disponíveis. Todos estão sempre muito abertos a isso. E depois quando vamos discutir as políticas concretas, nenhum abdica, ou quase nenhum abdica, dos seus posicionamentos iniciais".
Mas para "haver abertura e disponibilidade, todos têm de ceder". E, segundo Luís Montenegro, "o Governo tem sido o parceiro que mais tem cedido".
O primeiro-ministro esclareceu que apesar da disponibilidade do executivo para o diálogo, "a linha principal de atuação é o programa do Governo".
"Foi o programa do Governo que foi viabilizado na Assembleia da República. E foi o programa do Governo que foi escolhido pelos portugueses".
Por isso, os outros partidos têm de negociar com o Governo a saber "que não é o programa deles que vai vingar".
Já quanto aos planos da PSP para a manifestação nacional convocada pela CGTP para 21 de novembro, Luís Montenegro não quis responder. O primeiro-ministro diz esperar que nem seja necesária uma operação policial.