Proposta de OE2024 aprovada na generalidade pela maioria absoluta socialista
João Galamba cita Marcelo e diz que proposta "segue a única estratégia possível"
Uma frase que o ministro das Infraestruturas apenas conseguiu completar à terceira tentativa, depois de várias interrupções causadas por protestos de deputados, sobretudo do Chega, e da intervenção do presidente da Assembleia da Republica, Augusto Santos Silva.
No passado dia 11 de outubro, em declarações aos jornalistas na Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que a estratégia orçamental seguida pelo Governo é "porventura a única possível", de aposta no consumo interno, face à conjuntura externa de desaceleração económica.
Para o ministro das Infraestruturas, a estratégia orçamental definida pelo Governo "dá uma resposta global, e a resposta possível, aos diferentes desafios" que o país enfrenta.
"Pela primeira vez, desde 2009, as previsões colocam a dívida pública portuguesa abaixo dos 100% do PIB. É mais uma prova clara e inequívoca do compromisso deste Governo com as contas certas e com a responsabilidade orçamental, bem como o reconhecimento - interno e externo - da credibilidade desse compromisso e das políticas que têm sido implementadas", sustentou o membro do executivo, num discurso longo que foi aplaudido de pé pelos deputados do PS.
c/ Lusa
Galamba fala em política orçamental "cautelosa e responsável"
Galamba explicou que “a política orçamental do Governo tem sido, por esse motivo, cautelosa e responsável, mas sempre ciente da necessidade de garantir o reforço do rendimento das famílias e o crescimento económico presente e futuro”.
“Pela primeira vez na nossa história recente temos sido capazes de, simultaneamente, aumentar o salário mínimo e melhorar o salário médio; reduzir a taxa de desemprego para metade; reforçar as pensões e outras prestações sociais; investir no Estado social e responder com apoios de emergência; aumentar o investimento; apresentar crescimento económico sistematicamente acima da média europeia (…) e melhorar as finanças públicas”, enumerou o ministro.
PS destaca OE2024 como "bom antídoto contra o populismo"
“Aliás, o grau de agressividade da extrema-direita (…) é o sintoma de como este Orçamento do Estado é um bom antídoto contra o populismo”, declarou o deputado socialista.
“Os portugueses sabem que o atual executivo e a sua maioria estão ao seu lado para melhorar as suas condições de vida”, acrescentou Brilhante Dias. “No ano 2023, de acordo com as estimativas, Portugal – com um ganho salarial em termos real de três por cento – destacou-se como o quarto país com melhores resultados”.
PSD diz que orçamento "falha nas mudanças estruturais de que o país precisa"
Para os social-democratas, “o PS só quer ser poder, mas sem ser Governo”. “É incapaz de fazer as reformas e as mudanças estruturais. Mas há uma alternativa”, disse Miranda Sarmento, referindo-se ao PSD.
Chega acusa Governo de ser campeão em tornar o país mais pobre
O líder do Chega referiu ainda que “no ano em que corremos todos o maior risco de terrorismo da nossa história, no ano em que corremos o maior risco em emigração descontrolada, em que mais de um milhão de não portugueses residem em Portugal, o Governo teve a ideia brilhante de extinguir o SEF, abrindo-nos à rota do terrorismo e do crime internacional”.
IL diz que "portugueses estão cansados de desculpas"
“Um país em que o risco e o mérito não são desincentivados nem criticados. Um país em que o sucesso é celebrado. Esse país que o senhor nunca será capaz de promover, porque esse país não é socialista, esse país é liberal”, terminou.
PCP pede "política alternativa patriótica e de esquerda"
PAN. "Este é um orçamento que nos traz pouco"
Na sua intervenção final na Assembleia da República, esta terça-feira, a dirigente do PAN disse que esperava mais das sessões de debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2024. "Não esperávamos aqui um "remake" daquilo que seria uma série "Sei o que fizeste no Orçamento passado" (...) é um orçamento que nos traz aqui muito pouco, traz-nos mais contas certas com Bruxelas e com a banca do que propriamente contas certas com as famílias e com as empresas".
BE vai votar contra "um mau orçamento"
Livre "estende uma mão" ao Governo para negociar OE2024
Quanto ao OE2024, resta para o Livre perceber “se ele nos deixa mais perto ou mais longe desse país”.
Nesse sentido, o partido “estende uma mão” a uma negociação com o Governo para “melhorar” a proposta de orçamento.
Governo promete "ir ainda mais longe" na valorização dos salários, diz ministra do Trabalho
Na sua intervenção no Parlamento, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social começou por dizer que "as pessoas e os trabalhadores têm sido a alavanca e o motor das nossas vidas e do nosso país".
"Foi com estes resultados e com esta convicção que nos move que assinámos o reforço do acordo, assumindo o compromisso de ir ainda mais longe. Mais longe na valorização dos salários, mais longe na atração e na fixação de jovens, mais longe no poder transformador do Estado social".
Segundo a ministra, "com este caminho, conseguimos reforçar a confiança no futuro, mesmo quando muitos insistiam - e alguns ainda assistem - em fazer ruir os alicerces da confiança em que assenta o sistema português da Segurança Social".
"Este orçamento é um sinal de confiança reforçada e uma construção coletiva para as crianças, para as famílias, para os jovens, para os trabalhadores, para os mais velhos, para as empresas nestes tempos de incertezas e de guerras", acrescentou.
Retomado debate. PS sublinha importância da aprovação do OE2024
Pizarro. "É para exterminar com o que o PSD fez que nós estamos a dialogar com os médicos”
Em resposta às questões colocadas pela oposição, o Ministro da Saúde reconheceu as dificuldades que enfrenta o SNS, mas acusou o PSD de ser o causador do descontentamento dos médicos, que pedem para "acabar com as normas que o Governo do PSD introduziu nos horários de trabalho dos médicos e nos horários de trabalho de urgência".
"Há maior peso das contribuições sociais" defende Vera Braz
A socialista Vera Braz desmentiu a acusação do PSD de aumento da carga fiscal nos Governos socialistas e defendeu que o único "valor mais elevado em 2022" era "o peso das contribuições sociais".
Vera Braz acrescentou que "juntamente com os apoios para dinamizar a economia portuguesa, incentivando o investimento, incentivando a internacionalização, apoiando a inovação, permitiu-nos crescer ano após ano, acima da média da União Europeia de forma resiliente e sustentável, aliado a uma gestão das contas públicas, reduzimos o défice, reduzimos a dívida pública e tivemos assim capacidade para reagir nos momentos que o país mais precisava".
PS considera declarações do Chega "um insulto"
Acusações do Chega. Orçamento para a Saúde "vai continuar a matar" os mais vulneráveis
IL diz que "resultados não aparecem" no SNS
Números do Governo não refletem problemas do SNS, diz BE
Portugueses sem médico de família. PSD fala em "governação falhada"
PS lembra reforço de mil milhões na Saúde
Pizarro anuncia "medidas adicionais", antecipando "dificuldades" no SNS
Troca de argumentos entre PS e PSD sobre extinção do SEF
“Foram três anos de angústia. O SEF sempre foi um pilar fundamental no controlo de fronteiras, tinha experiência e saber acumulado. Porquê trocar?", questionou.
Com o "caos instalado", Andreia Neto disse constatar "a calma do ministro da Administração Interna e a da ministra dos Assuntos Parlamentares" quando nesta questão o Governo socialista "falhou".
À intervenção do PSD, seguiu-se um pedido de esclarecimento da deputada do PS Joana Sá Pereira. "O que tem dizer é o que o PSD faria. O que fariam de diferente com o SEF”, desafiou a socialista, acusando o PSD de estar "confuso" sobre a emigração e a visão humanista.
Andreia Neto respondeu ainda: "Não tem acompanhado as notícias?".
"A confusão é toda vossa, não estão preocupados com esta reestruturação". "O PSD não recebe lições do PS, quando o PSD apresentou um projecto de lei sobre um programa de acolhimento de imigrantes, de forma digna, o PS votou contra, estamos conversadas", afirmou.
BE confirma votação contra o OE2024
Medina acusa IL de mentir sobre IUC
Portugueses "vão pagar menos impostos", responde Medina
O ministro das Finanças afirmou hoje que os dados da evolução do PIB do terceiro trimestre reforçam a importância de estimular a procura interna, numa altura de desafios no exterior.
Em resposta às intervenções dos deputados, Fernando Medina começou por clarificar um "mito": "os portugueses pagarão em 2024 menos impostos do que pagaram em 2023".
Fernando Medina respondia às interpelações dos partidos depois do discurso de abertura do segundo dia do debate na generalidade sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2024 (OE2024), que culmina hoje com a votação do documento.
"Os números do PIB [Produto Interno Bruto] hoje conhecidos tornam claros: perante a recessão do exterior, da procura externa, temos de reforçar a procura interna", afirmou.
Em causa estão os dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que revelam que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,9% no terceiro trimestre face ao mesmo período do ano passado e contraiu 0,2% em cadeia.
A estimativa rápida do INE está em linha com os economistas consultados pela Lusa, que apontavam para um crescimento homólogo do PIB entre 1,7% e 2,4%, enquanto o intervalo em cadeia variava entre uma expansão do PIB de 0,4% e uma contração de 0,3%.
Nas previsões subjacentes à proposta do Orçamento do Estado para 2024 (OE2024), o Governo prevê para a totalidade deste ano um crescimento da economia de 2,2%.
Livre diz que PS "não tem as soluções todas" para o país
PAN questiona intenções do Governo para o "excedente orçamental"
Inês Sousa Real quis saber as quais as intenções do Governo para o "excedente orçamental" previsto no Orçamento do Estado para 2024, uma vez que considera que "não basta pagar a dívida pública" é preciso "aliviar verdadeiramente as famílias".
Chega critica Orçamento "tipicamente socialista"
PCP critica aumento do IUC e falta de investimento
PS acusa PSD de usar "truques" no debate para "esconder fraquezas"
Cotrim Figueiredo questiona três mistérios do OE 2024
O presidente da Iniciativa Liberal aproveitou a sua intervenção para pedir esclarecimentos sobre "uma série de mistérios" presentes na proposta do Orçamento do Estado para 2024, nomeadamente a descida do IRS, a tributação do salário minimio e a ausência das empresas.
“Não há aqui boas notícias, o cenário está pior” no entanto “o senhor arranjou espaço para aumentar a redução, em mais de mil e 300 milhões de euros, é quase o triplo”, afirmou.
“O senhor primeiro-ministro disse que os seus Governos terão baixado o IRS em quatro mil milhões de euros e eu acho isso absolutamente misterioso, a aritmética para mim não funciona (…) em 2015, o IRS teve uma coleta de 13 mil e poucos milhões de euros, em 2024 vai ter uma coleta de 18 mil milhões de euros, portanto já subiu 5 mil milhões de euros, são 38 por cento e não houve aumento do IRS”, disse.
Cotrim Figueiredo pediu respostas do Governo socialista para não adensar o mistério em torno destas questões, acusando os governantes políticos de não quererem responder e de tornarem estas questões “tabu”.
BE critica lucros de grandes económicos enquanto "salários são consumidos"
“O debate está tão centrado no imposto que subiu que ninguém deu pelo imposto que sumiu”, começou Mariana Mortágua. “O mesmo Governo que tem tentado convencer-nos que a penalização fiscal dos carros antigos é prioridade ambiental, acabou de fazer sumir um imposto sobre os lucros excessivos da Galp”.
“Tanta determinação deste Governo para aumentar a IUC dos carros velhos, tão pouca para defender mínimos de justiça fiscal e de justiça ambiental”, criticou a bloquista.
“Estranha crise esta, em que os grandes grupos económicos continuam a enriquecer à medida que o salário vai sendo consumido pelo aumento dos preços da alimentação, dos combustíveis, na habitação. Precisamente naqueles setores em que os lucros vão aumentando”.
Mas para Mortágua, os lucros na Banca é que são “o mais escandaloso”.
PSD. "É um orçamento pouco inspirador"
Após a intervenção de abertura do ministro das Finanças, Fernando Medina, Duarte Pacheco, acusou o Governo socialista de ser estilo "sanguessuga" devido ao aumento da carga fiscal previsto na proposta do Orçamento do Estado para 2024, apesar de mascarado "pelas cantigas para adormecer os portugueses".
O deputado social-democrata afirmou que o antigo ministro das Finanças, ficou conhecido como “Centeno o cativador” e que o atual ficará como “Medina o fiscalizador” considerou.
Direita não sabe reduzir dívida e esquerda discorda sempre da oportunidade
O ministro das Finanças, Fernando Medina, criticou hoje os argumentos da oposição sobre a estratégia orçamental, defendendo que quem critica a redução da dívida pública o faz por falhar onde o Governo está a ter sucesso.
Fernando Medina falava na abertura do segundo dia do debate na generalidade sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2024 (OE2024), que culmina hoje com a votação do documento.
"Os que criticam a descida da dívida, fazem-no porque falham onde o Governo está a ter sucesso", afirmou.
Fernando Medina criticou a direita, por considerar que apregoa a importância da redução da dívida pública, "mas todos os dias defende mais e mais medidas, prometendo sem critério, nem limite".
"A direita não reduziu a dívida no passado e não tem qualquer ideia sobre o que fazer no presente, porque na verdade a direita não sabe reduzir a dívida, pois continua presa à sua ideologia de redução do Estado social e da contração do crescimento de rendimentos e direitos dos trabalhadores", disse.
No entanto, também respondeu às críticas dos partidos à esquerda do PS, que têm defendido mais investimento em áreas como a saúde ou mais apoios aos rendimentos.
"Já à esquerda do PS, mesmo a que timidamente afirma que reduzir a dívida é importante, discorda sempre do ritmo e da oportunidade", afirmou.
Segundo Medina, estes partidos argumentam que "agora não é momento", que agora se devia "reduzir menos", mas na prática tal leva "a aumentos contínuos da dívida pública, à redução da autonomia de decisão e ao aumento dos riscos sobre o país".
O ministro voltou a defender que o OE2024 é "responsável", porque "apoia os portugueses, sem prescindir do equilíbrio orçamental".
"Preserva assim o fundamental: a possibilidade de reagir caso as condições económicas se agravem, deixando os estabilizadores automáticos funcionar, não correndo riscos na nossa credibilidade financeira", salientou.
Por outro lado, é "responsável porque a despesa corrente sem juros e sem gastos financiados por PRR [Plano de Recuperação e Resiliência] crescerá 5,7% em 2024, passando a pesar 37% do PIB".
O OE2024, que tem a aprovação garantida devido à maioria absoluta do PS, tem a votação final global agendada para 29 de novembro.
A proposta do OE2024 revê em alta o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023, de 1,8% para 2,2%, e em baixa de 2,0% para 1,5% no próximo ano.
Já quanto à inflação, o executivo prevê que a taxa caia de 8,1% em 2022 para 5,3% em 2023 e 3,3% em 2024.A proposta de lei prevê, igualmente, o melhor saldo orçamental em democracia, apontando para 0,8% do PIB em 2023 e 0,2% em 2024.
Com OE2024 acabam as cativações
A proposta do OE2024 revê em alta o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023, de 1,8% para 2,2%, e em baixa de 2,0% para 1,5% no próximo ano.
Já quanto à inflação, o executivo prevê que a taxa caia de 8,1% em 2022 para 5,3% em 2023 e 3,3% em 2024.
A proposta de lei prevê, igualmente, o melhor saldo orçamental em democracia, apontando para 0,8% do PIB em 2023 e 0,2% em 2024.
Orçamento reforça rendimentos das famílias e reduz impostos a pagar
“Isto acontece só por boas razões”, disse, sublinhando que o Governo foi “sempre reduzindo os impostos” e porque nunca foram alteradas as taxas, mas “temos mais emprego e melhores salários que em 2015”.
Medina apresenta "Orçamento de que o país precisa"
Além disso, o IRS irá descer em mais 1700 euros, através das reduções de taxas, e aumentará o salário mínimo em 60 euros mensais, ou seja, mais 840 euros a mais por ano. Na Função Público haverá aumentos e progressões na carreira, e aumentos nas pensões e nas prestações sociais, “apoiando quem mais precisa”.
“Dito isto, é fácil perceber que a direita não queira debater o que realmente importa neste Orçamento”, apontou Medina, porque “o que realmente importa é pagar menos IRS, é súbir o salário mínimo, é atualizar as pensões bem em cima da inflação, é melhorar os salários da Administração Pública”.
O reinício do debate em São Bento está marcado para as 10h00
O primeiro dia da discussão na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para o próximo ano acabou com tempos por gastar pela maior parte das bancadas. Tempo que se somará a uma já longa grelha prevista para esta terça-feira.Só o Governo e o PCP excederam os tempos previstos para o primeiro dia - num total de 254 minutos. PS, PSD, Chega, IL e BE acumularem alguns minutos para o segundo dia da discussão.
Assim, transitam para o segundo dia perto de 20 minutos, a acumular com uma nova grelha de 254 minutos para o debate e encerramento. Ao todo, são mais de seis horas de discussão.
Na segunda-feira, PSD, Chega e Iniciativa Liberal criticaram o agravamento da carga fiscal no próximo ano. PCP e Bloco de Esquerda quiseram deixar vincado que a proposta de Orçamento do Estado não resolve os problemas dos portugueses.
Sabe-se entretanto que O deputado único do Livre vai abster-se na votação na generalidade, alertando para a necessidade de um "trabalho árduo" na especialidade, do qual resultará a posição final.
O primeiro-ministro, que procurou refutar as críticas à política fiscal, admitiu que a privatização da TAP pode afinal não avançar. António Costa disse que a empresa só será vendida se o comprador garantir que o Aeroporto de Lisboa mantém a importância estratégica.
c/ Lusa
Costa garante que privatização da TAP não avança sem garantias
O primeiro-ministro admitiu que a privatização da TAP afinal pode não avançar. António Costa disse que a empresa só será vendida se o comprador garantir que o aeroporto de Lisboa mantém a importância estratégica.
Pedro Nuno Santos contesta argumentos do Governo para privatizar a TAP
O antigo ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, não concorda com os argumentos para a privatização da TAP e contraria António Costa. Diz que é uma falsa questão a preservação do "hub" de Lisboa, ou seja, a base de operações da companhia aérea, como condição essencial para a venda da empresa.
RTP
OE2024. Esquerda diz que proposta não resolve problemas
PCP e Bloco de Esquerda dizem que a proposta do Orçamento do Estado não resolve os problemas dos portugueses. Os dois partidos exigem mais aumento de salários e pensões, e maior investimento nos serviços públicos.
OE2024. Costa ataca "máquina de propaganda" da direita
António Costa acusou a oposição de mentir sobre o Orçamento do Estado. No debate no Parlamento, PSD, Chega e IL responderam com críticas ao aumento da carga fiscal no próximo ano.
Marcelo diz que o Orçamento foi feito à defesa
O presidente da República afirmou que o Orçamento do Estado foi feito à defesa. Em visita à Moldova, Marcelo Rebelo de Sousa disse que não é um documento estimulante.