Depois de Pedro Nuno Santos, Ventura chega à campanha de mota

Um dia depois de o secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, ter escolhido a mota como meio de transporte na caravana do Partido Socialista, o líder do Chega chegou a Castelo Branco em duas rodas.

Teresa Borges - Antena 1 /

Foto: Teresa Borges - Antena 1

Casaco “motard” vestido – mas camisa e calças de fato por baixo – e capacete na cabeça, mas sentado no lugar do pendura. Ainda assim, rejeita qualquer leitura política. “O André Ventura não tem carta de mota por isso segue a cumprir as regras e a cumprir os limites de velocidade”, diz, questionado pelos jornalistas.
 
Sem o pé no acelerador, o líder do Chega recusa também estar à “boleia” de Pedro Nuno Santos, que acusa de se habituar “toda a vida a não cumprir [regras]”. E afasta, igualmente, qualquer contacto pré-eleitoral com a coligação PSD/CDS, insistindo que “o Chega não quer conversa, quer ação”.

Em Castelo Branco, a ação de campanha decorreu com a polícia sempre presente. Ainda antes da chegada de André Ventura, um pequeno grupo de pessoas de etnia cigana esteve no local e acusou o Chega de racismo, mas sem se aproximar. O almoço, ao ar livre e com sandes de porco no espeto no menu, decorreu sem incidentes.
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