Política
Europeias. Lista do PSD aprovada com críticas dos Açores
O Conselho Nacional do PSD aprovou na última noite a lista de candidatos ao Parlamento Europeu com 91 por cento de votos a favor. A votação foi secreta e houve requerimento do líder da estrutura social-democrata de Lisboa e críticas dos militantes dos Açores.
O resultado – 70 votos a favor e sete contra - foi anunciado pelo cabeça-de-lista do PSD às europeias, Paulo Rangel, perto das 2h00 desta quinta-feira, no final de uma reunião que começou pouco depois das 21h00 do dia anterior.
O eurodeputado laranja elogiou o conjunto de nomes agora aprovado.
Nas europeias de 26 de maio, a lista do PSD terá como número dois a líder da juventude do Partido Popular Europeu, Lídia Pereira.
A lista, totalmente paritária, integra como número três o atual eurodeputado José Manuel Fernandes, a ex-ministra Graça Carvalho em quarto e o presidente da Câmara da Guarda, Álvaro Amaro, em quinto.
A eurodeputada Cláudia Aguiar, indicada pela Madeira, será a sexta candidata do PSD ao Parlamento Europeu, seguida, no sétimo lugar – já considerado de eleição incerta -, pelo atual eurodeputado Carlos Coelho.
Há cinco anos, o PSD concorreu às europeias em coligação com o CDS-PP e ficou em segundo lugar com 26,7 por cento (sete eurodeputados, seis dos quais do PSD), atrás do Partido Socialista.
A noite ficou marcada pela polémica com a falta de candidatos dos Açores. Os social-democratas açorianos tinham indicado o nome de Mota Amaral, mas a direção do PSD decidiu-se por outros candidatos.
O líder dos social-democratas açorianos não gostou da decisão do partido de não integrar qualquer nome do arquipélago. Alexandre Gaudêncio admitiu não participar na campanha.
O presidente do partido, Rui Rio, explicou as escolhas feitas.
Apesar da polémica, a lista do PSD para as eleições europeias foi aprovada com 91 por cento de votos favoráveis.
O eurodeputado laranja elogiou o conjunto de nomes agora aprovado.
Nas europeias de 26 de maio, a lista do PSD terá como número dois a líder da juventude do Partido Popular Europeu, Lídia Pereira.
A lista, totalmente paritária, integra como número três o atual eurodeputado José Manuel Fernandes, a ex-ministra Graça Carvalho em quarto e o presidente da Câmara da Guarda, Álvaro Amaro, em quinto.
A eurodeputada Cláudia Aguiar, indicada pela Madeira, será a sexta candidata do PSD ao Parlamento Europeu, seguida, no sétimo lugar – já considerado de eleição incerta -, pelo atual eurodeputado Carlos Coelho.
Há cinco anos, o PSD concorreu às europeias em coligação com o CDS-PP e ficou em segundo lugar com 26,7 por cento (sete eurodeputados, seis dos quais do PSD), atrás do Partido Socialista.
A noite ficou marcada pela polémica com a falta de candidatos dos Açores. Os social-democratas açorianos tinham indicado o nome de Mota Amaral, mas a direção do PSD decidiu-se por outros candidatos.
O líder dos social-democratas açorianos não gostou da decisão do partido de não integrar qualquer nome do arquipélago. Alexandre Gaudêncio admitiu não participar na campanha.
O presidente do partido, Rui Rio, explicou as escolhas feitas.
Apesar da polémica, a lista do PSD para as eleições europeias foi aprovada com 91 por cento de votos favoráveis.