Política
Exonerados por regulamento do Conselho de Ministros
O Conselho de Ministros aprovou esta terça-feira uma resolução que exonera todos os governadores civis. O anúncio foi feito pelo secretário de Estado da Presidência, Luís Marques Guedes, e pelo ministro da Administração Interna, Miguel Macedo.
Na cerimónia de tomada de posse do Governo, realizada na terça-feira da semana passada, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou no seu discurso de posse a decisão de não nomear novos governadores civis para os 18 distritos do continente.
Na sequência desse anúncio, entregaram o seu pedido de demissão, os governadores de Lisboa (António Galamba), Braga (Fernando Moniz), Santarém (Sónia Sanfona), Leiria (Paiva de Carvalho), Setúbal (Manuel Macaísta Malheiros), Castelo Branco (Alzira Serrasqueiro), Guarda (Santinho Pacheco), Évora (Fernanda Ramos), Bragança (Jorge Gomes), Vila Real (Alexandre Chaves), Porto (Fernando Moreira), Beja (Manuel Monge), Portalegre (Jaime Estorninho) e Viseu (Mónica Costa).
A decisão consuma-se esta terça-feira com a resolução aprovada em reunião do Conselho de Ministros.
Uma das grandes questões que alguns círculos levantaram com a inexistência de Governadores civis era a questão da liderança e manutenção dos vários serviços de bombeiros e de proteção civil. O recém empossado ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, garantiu entretanto que a extinção do cargo de governador civil não põe em causa o combate aos incêndios florestais.
"Em cada distrito há um responsável, que não é o governador civil, pelas operações que têm a ver com o sistema de proteção civil e incêndios", disse Miguel Macedo, no final de uma reunião com a Proteção Civil, em Carnaxide, Oeiras, onde pretendeu avaliar o dispositivo de combate aos incêndios florestais.
O novo ministro da Administração Interna adiantou que os governadores civis estão em funções neste momento e remeteu para esta semana a publicitação do que o Governo pretende fazer nesta matéria.
A próxima tarefa do Executivo nesta matéria vai ser a de definir a redistribuição das competências entregues aos Governos Civis, até Outubro.
Na sequência desse anúncio, entregaram o seu pedido de demissão, os governadores de Lisboa (António Galamba), Braga (Fernando Moniz), Santarém (Sónia Sanfona), Leiria (Paiva de Carvalho), Setúbal (Manuel Macaísta Malheiros), Castelo Branco (Alzira Serrasqueiro), Guarda (Santinho Pacheco), Évora (Fernanda Ramos), Bragança (Jorge Gomes), Vila Real (Alexandre Chaves), Porto (Fernando Moreira), Beja (Manuel Monge), Portalegre (Jaime Estorninho) e Viseu (Mónica Costa).
A decisão consuma-se esta terça-feira com a resolução aprovada em reunião do Conselho de Ministros.
Uma das grandes questões que alguns círculos levantaram com a inexistência de Governadores civis era a questão da liderança e manutenção dos vários serviços de bombeiros e de proteção civil. O recém empossado ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, garantiu entretanto que a extinção do cargo de governador civil não põe em causa o combate aos incêndios florestais.
"Em cada distrito há um responsável, que não é o governador civil, pelas operações que têm a ver com o sistema de proteção civil e incêndios", disse Miguel Macedo, no final de uma reunião com a Proteção Civil, em Carnaxide, Oeiras, onde pretendeu avaliar o dispositivo de combate aos incêndios florestais.
O novo ministro da Administração Interna adiantou que os governadores civis estão em funções neste momento e remeteu para esta semana a publicitação do que o Governo pretende fazer nesta matéria.
A próxima tarefa do Executivo nesta matéria vai ser a de definir a redistribuição das competências entregues aos Governos Civis, até Outubro.