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José Luís Arnaut acredita que Ricardo Salgado deixa como legado um "banco profundamente estável"

José Luís Arnaut acredita que Ricardo Salgado deixa como legado um "banco profundamente estável"

No Conselho Superior da Antena 1 desta manhã, José Luís Arnaut afirma que o que é importante para os cidadãos que têm contas e negócios com o Banco Espírito Santo (BES) é que Ricardo Salgado deixa como legado um “banco profundamente estável”, “credível” e “sólido”. O social-democrata acrescenta que podem estar descansados, porque “o que se passa a nível familiar não tem influência no banco”.

Sandra Henriques /

Foto: Alice Vilaça/Antena1

José Luís Arnaut deixa “uma palavra de reconhecimento ao Banco de Portugal por ter sabido impor ao resto da família uma gestão independente e completamente autónoma da estrutura societária, pelo menos nesta fase”.

A família Espírito Santo propôs a eleição de Amílcar Morais Pires para sucessor de Ricardo Salgado na liderança do BES, uma aposta que é vista com bons olhos por José Luís Arnaut: “Vamos ter um profissional reconhecido nacional e internacionalmente”, o que é “um sinal de estabilidade para os portugueses que têm as suas poupanças e para aqueles que trabalham com o banco português”.

Ouvido pelo jornalista Luís Soares, o antigo ministro do PSD e atual presidente da Mesa da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol comenta ainda a prestação da seleção portuguesa de futebol no Mundial do Brasil, depois do empate a duas bolas com os Estados Unidos da América.

“A seleção ficou aquém daquilo que era a nossa expectativa e esta combinação de resultados torna o trabalho difícil e passar à fase seguinte bastante apertado”, refere. Portugal depende da conjugação de resultados das outras equipas, o que leva José Luís Arnaut a argumentar que “as oportunidades foram desperdiçadas e o que nos resta é muito pouco”.

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