Política
Eleições 2011
José Sócrates aposta na "segurança e sentido de Estado"
O secretário-geral dos socialistas continua neste domingo a correr o Minho e o almoço em Cabeceiras de Basto serviu para José Sócrates reforçar a ideia de que o PS aposta para as próximas eleições pela "segurança e sentido de Estado" contra "a inexperiência e impreparação do PSD" com baterias apontadas à liderança dos social-democratas. Uma passagem pelo Minho de onde José Sócrates disse ter saído "revigorado".
José Sócrates continua a apostar no ataque à falta de preparação de Pedro Passos Coelho, presidente do PSD, para assumir as importantes responsabilidades que se vão exigir ao Governo nos próximos anos.
"Não vejo nenhum sinal de preparação, experiência e firmeza na liderança de um partido que é responsável por esta crise. No momento em que o país enfrenta a mais séria e difícil crise internacional dos últimos 80 anos, exige-se às lideranças uma vontade firme de ação", referia José Sócrates aos seus apoiantes de Cabeceiras de Basto.
Com o discurso centrado no ataque ao maior partido da oposição, o líder dos socialistas alertou ainda contra a "aventura de privatizar" a Caixa Geral de Depósitos, a escola pública e o Serviço Nacional de Saúde e ainda para as "propostas de aventura irresponsável e leviana de quem não está à altura dos desafios".
Sócrates voltou ao tema da crise provocada por toda a oposição, mas centrando as maiores responsabilidades para "um líder que não mediu bem o interesse do país" numa referência direta a Pedro Passos Coelho.
"Aqueles que provocaram a crise política fizeram-no por ganância de poder, porque sentiram que era momento, de forma egoísta, para regressar ao Governo" e "porque as sondagens lhe davam mais. Vamos ver qual vai ser a decisão do país", afirmou José Sócrates numa demonstração clara de quem está seguro que o seu partido vai vencer as eleições legislativas antecipadas de 5 de junho.
Cabeceiras de Basto e os cerca de um milhar de apoiantes do PS ouviram ainda José Sócrates referir uma vez mais que "o PSD quer aproveitar a crise para pôr em causa o modelo do Estado social" pelo que "todos os que se reveem no valor da solidariedade devem apostar no PS", partido que vai apostar “numa campanha para servir os portugueses com a mesma atitude de disputar as eleições, mobilizando todos os portugueses".
Sócrates revigorado
Após o almoço o líder dos socialistas rumou até Fafe onde disse aos seus apoiantes que sai do Minho "revigorado e entusiasmado para lutar pela vitória" nas eleições legislativas de 5 de junho.
"Quem aqui vem percebe que o PS é o partido do povo", afirmou, entusiasmado, às centenas de apoiantes que o ouviam em Fafe ao lado de Laurentino Dias, secretário de Estado do Desporto e presidente da assembleia municipal local
A intervenção de Sócrates em Fafe não fugiu a que já tinha dito hoje em Vizela e Cabeceiras de Basto com mais criticas ao PSD e a Passos Coelho e que a oposição, que responsabilizou pela crise política, "vai ter uma grande lição".
"Não vejo nenhum sinal de preparação, experiência e firmeza na liderança de um partido que é responsável por esta crise. No momento em que o país enfrenta a mais séria e difícil crise internacional dos últimos 80 anos, exige-se às lideranças uma vontade firme de ação", referia José Sócrates aos seus apoiantes de Cabeceiras de Basto.
Com o discurso centrado no ataque ao maior partido da oposição, o líder dos socialistas alertou ainda contra a "aventura de privatizar" a Caixa Geral de Depósitos, a escola pública e o Serviço Nacional de Saúde e ainda para as "propostas de aventura irresponsável e leviana de quem não está à altura dos desafios".
Sócrates voltou ao tema da crise provocada por toda a oposição, mas centrando as maiores responsabilidades para "um líder que não mediu bem o interesse do país" numa referência direta a Pedro Passos Coelho.
"Aqueles que provocaram a crise política fizeram-no por ganância de poder, porque sentiram que era momento, de forma egoísta, para regressar ao Governo" e "porque as sondagens lhe davam mais. Vamos ver qual vai ser a decisão do país", afirmou José Sócrates numa demonstração clara de quem está seguro que o seu partido vai vencer as eleições legislativas antecipadas de 5 de junho.
Cabeceiras de Basto e os cerca de um milhar de apoiantes do PS ouviram ainda José Sócrates referir uma vez mais que "o PSD quer aproveitar a crise para pôr em causa o modelo do Estado social" pelo que "todos os que se reveem no valor da solidariedade devem apostar no PS", partido que vai apostar “numa campanha para servir os portugueses com a mesma atitude de disputar as eleições, mobilizando todos os portugueses".
Sócrates revigorado
Após o almoço o líder dos socialistas rumou até Fafe onde disse aos seus apoiantes que sai do Minho "revigorado e entusiasmado para lutar pela vitória" nas eleições legislativas de 5 de junho.
"Quem aqui vem percebe que o PS é o partido do povo", afirmou, entusiasmado, às centenas de apoiantes que o ouviam em Fafe ao lado de Laurentino Dias, secretário de Estado do Desporto e presidente da assembleia municipal local
A intervenção de Sócrates em Fafe não fugiu a que já tinha dito hoje em Vizela e Cabeceiras de Basto com mais criticas ao PSD e a Passos Coelho e que a oposição, que responsabilizou pela crise política, "vai ter uma grande lição".