Líder do PS foi a Angeiras ouvir "boa sorte" e insistir que é garantia de "estabilidade"

Foi no regresso ao local onde já há um ano se cantava "boa sorte" para o líder do PS, em Angeiras, concelho de Matosinhos, que Pedro Nuno Santos voltou a apontar os socialistas como a única opção capaz de dar estabilidade ao país perante aquilo que aponta de forma insistente como um "cenário de incerteza" internacional.

João Alexandre - Antena 1 /

Foto: João Alexandre - Antena 1

"A AD, quando está a governar o país em crise, quem acaba por sofrer é sempre o povo. Mas, com o Partido Socialista, sempre que houve momentos de dificuldade, fomos capazes de superar juntos, a defender as pessoas", disse, depois de uma visita ao mercado, e no final de uma curta arruada que terminou perto do areal.

Nas palavras de Pedro Nuno Santos, o sublinhar de que foi com o PS que o país ultrapassou dificuldades como a austeridade dos tempos da troika.

"Enquanto eles cortaram pensões e salários, nós devolvemos salários e pensões, aumentámos os salários e aumentamos as pensões", acrescentou o secretário-geral socialista.

Aos jornalistas, o líder do PS afirmou que só pensa na vitória, mas sem abrir o jogo quanto a uma eventual forma de conseguir governar o país depois do dia 18 de maio.

"Nós, com os resultados que os portugueses quiserem dar ao parlamento, veremos a melhor solução. Eu não sou comentador, não sou analista, não faço cenários. E, aquilo que eu estou a dizer é que nós só trabalhamos num cenário, é num cenário da vitória", repetiu.

Numa ação de campanha ao lado da autarca socialista Luísa Salgueiro e de Fernando Araújo, cabeça de lista pelo Porto, e a quem Pedro Nuno Santos voltou a deixar elogios pelo trabalho à frente do Serviço Nacional de Saúde: "Olhem para nós e sintam que podem confiar".
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