Luís Amado rejeita "o exercício da porta giratória"

O presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP, Luís Amado, afirmou quarta-feira que a tese das "portas giratórias" não se aplica ao seu percurso, rejeitando incompatibilidades entre as suas funções governativas e as atuais funções na elétrica.

Antena 1 /

Foto: Tiago Petinga - Lusa

"Não tenho exercício da porta giratória. Estive sempre no setor público e nunca fui ao privado. Agora, quando acabei a minha vida pública, decidi experimentar a esfera privada", afirmou Luís Amado, acusando o deputado do BE Jorge Costa, que questionou a passagem do antigo governante para o Banif, primeiro, e depois para a EDP, de o atingir na sua dignidade.
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