Política
MAI alerta para "barril de pólvora" com temperaturas até aos 47º
O ministro da Administração Interna classifica a onda de calor como um barril de pólvora e pede atenção aos comportamentos nos próximos dias, que poderão trazer temperaturas até 47º. Luís Neves pede todo o cuidado para evitar incêndios que podem significar a morte de alguém.
O ministro da Administração Interna alertou para temperaturas extremas nos próximos dias e pediu atenção aos comportamentos de risco.
"Vêm aí dias absolutamente terríveis, com condições climáticas de exceção: elevadas temperaturas, em alguns locais podem chegar aos 47ºC. 47 graus, com ventos de 70 a 80 quilómetros e baixos índices de humidade, são as condições terríveis para termos um barril de pólvora aqui", sublinhou Luís Neves.
Estas declarações foram feitas aos jornalistas após uma reunião com a presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa, a propósito da nova localização da Esquadra n.º 2 da PSP de Coimbra, no Terreiro da Erva.
"Vêm aí dias absolutamente terríveis, com condições climáticas de exceção: elevadas temperaturas, em alguns locais podem chegar aos 47ºC. 47 graus, com ventos de 70 a 80 quilómetros e baixos índices de humidade, são as condições terríveis para termos um barril de pólvora aqui", sublinhou Luís Neves.
Estas declarações foram feitas aos jornalistas após uma reunião com a presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa, a propósito da nova localização da Esquadra n.º 2 da PSP de Coimbra, no Terreiro da Erva.
"Só a atenção das pessoas e a ausência de comportamentos arriscados e que ponham em causa o perigo, é que podem permitir e debelar tudo isto que nós não queremos ter, que são grandes incêndios", acrescentou, apelando a uma ausência de comportamentos de risco, incluindo queimadas, queimas e churrascos.
Pediu também para que seja evitada a utilização de máquinas suscetíveis de provocar faíscas, salientou os perigos associados aos cigarros e ao estacionamento de veículos em áreas com vegetação.
"O país enfrenta condições excecionais e todos os cidadãos têm um papel fundamental na prevenção", acrescentou.
De acordo com Luís Neves, deverá ser adotada uma atitude de vigilância e responsabilidade coletiva.
"Vamos passar momentos duros, mas só a união, só a atenção, só a proatividade, a prevenção e o combate, é que podem permitir que não tenhamos desgraças como já tivemos no passado. Estamos todos muito comprometidos neste desafio global e coletivo", sustentou.
c/ Lusa
"O país enfrenta condições excecionais e todos os cidadãos têm um papel fundamental na prevenção", acrescentou.
De acordo com Luís Neves, deverá ser adotada uma atitude de vigilância e responsabilidade coletiva.
"Vamos passar momentos duros, mas só a união, só a atenção, só a proatividade, a prevenção e o combate, é que podem permitir que não tenhamos desgraças como já tivemos no passado. Estamos todos muito comprometidos neste desafio global e coletivo", sustentou.
c/ Lusa