Política
Manifesto pela habitação. "Os portugueses estão fartos de não conseguirem pagar uma casa"
"Há demasiadas pessoas em Portugal que trabalham todos os dias e não conseguem pagar uma casa". Esta é a frase inicial de um manifesto que acaba de ser divulgado e que conta com a assinatura de várias figuras políticas, da esquerda à direita.
Ana Gomes, David Justino, Ferro Rodrigues, Pacheco Pereira, Francisco Rodrigues dos Santos e Fernando Negrão são alguns dos signatários deste documento.
O manifesto, intitulado "Isto ainda é sobre casas para viver", sublinha que "o Governo aparenta mostrar mais empenho em reprimir a contestação do que em resolver o problema que a provoca".Nos termos do manifesto, "enquanto se discute a forma como as pessoas protestam" não se discute o problema da falta de habitação.
Os subscritores sustentam que "as forças de segurança têm o dever de respeitar o direito à manifestação e de usar a força apenas na medida necessária", acrescentando que cabe ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, e ao ministro da Administração Interna, Luís Neves, "responder politicamente". Cláudia Aguiar Rodrigues - RTP Antena 1
"Preocupa-nos, contudo, que o debate se esteja a afastar da habitação e a concentrar-se na ordem pública. A insistência na resposta policial ajuda a mudar de assunto e liberta um Governo que deve explicações sobre as suas escolhas", enfatizam.
O manifesto, intitulado "Isto ainda é sobre casas para viver", sublinha que "o Governo aparenta mostrar mais empenho em reprimir a contestação do que em resolver o problema que a provoca".Nos termos do manifesto, "enquanto se discute a forma como as pessoas protestam" não se discute o problema da falta de habitação.
Os subscritores sustentam que "as forças de segurança têm o dever de respeitar o direito à manifestação e de usar a força apenas na medida necessária", acrescentando que cabe ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, e ao ministro da Administração Interna, Luís Neves, "responder politicamente". Cláudia Aguiar Rodrigues - RTP Antena 1
"Preocupa-nos, contudo, que o debate se esteja a afastar da habitação e a concentrar-se na ordem pública. A insistência na resposta policial ajuda a mudar de assunto e liberta um Governo que deve explicações sobre as suas escolhas", enfatizam.