Política
Marcelo promulga decreto que cria direção executiva do SNS
O presidente da República promulgou esta sexta-feira o decreto do Governo que cria a direção executiva do Serviço Nacional de Saúde.
Foto: Ampe Rogério
Numa nota colocada no portal da Presidência na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa considera que o diploma "vai bastante no sentido das preocupações expressas aquando da promulgação do estatuto do Serviço Nacional de Saúde (SNS)".
O chefe de Estado afirma que "algumas das dúvidas" por si suscitadas "foram esclarecidas hoje mesmo pelo Governo"
"Esperando que esta oportunidade de mudança não seja desperdiçada, o presidente da República promulgou o diploma que aprova a orgânica da direção executiva do SNS", lê-se ainda na nota colocada no portal oficial.
O chefe de Estado afirma que "algumas das dúvidas" por si suscitadas "foram esclarecidas hoje mesmo pelo Governo"
"Esperando que esta oportunidade de mudança não seja desperdiçada, o presidente da República promulgou o diploma que aprova a orgânica da direção executiva do SNS", lê-se ainda na nota colocada no portal oficial.
A promulgação abre caminho ao Governo para nomear o diretor executivo do SNS, um cargo previsto no novo estatuto.
“Ainda não promulguei, mas já decidi promulgar”, declarou o presidente. “Só não promulguei porque vim diretamente do aeroporto para aqui e irei agora para Belém”.
“O Governo respondeu a quatro ou cinco pedidos de esclarecimento, praticamente todos satisfizeram as dúvidas que tinha. Há um que permanece, mas que não é razão para deixar de promulgar o diploma”, adiantou aos jornalistas.
Marcelo Rebelo de Sousa disse ainda desejar que “o futuro permita resolver essa dúvida” sobre como conciliar os agrupamentos de centros de saúde no futuro com a descentralização das ARS.“O Governo respondeu a quatro ou cinco pedidos de esclarecimento, praticamente todos satisfizeram as dúvidas que tinha. Há um que permanece, mas que não é razão para deixar de promulgar o diploma”, adiantou aos jornalistas.
“Para cada nova época é preciso encontrar novas soluções. E esta solução de tentar separar mais claramente aquilo que é os políticos tomarem as decisões políticas, e depois quem deve gerir gerir de uma forma estável, que não tenha de depender do Governo A ou B (…), eu acho isso bom. Vamos experimentar”, acrescente o chefe de Estado.