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Acompanhe aqui, ao minuto, a evolução do conflito no Médio Oriente

"Não estamos interessados". Hezbollah esvazia conversações entre Líbano e Israel em Washington

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"Não estamos interessados". Hezbollah esvazia conversações entre Líbano e Israel em Washington

Washington é palco de conversações entre os embaixadores do Líbano e de Israel nos Estados Unidos. Iniciativa diplomática que o Hezbollah não valida. O movimento xiita libanês conotado com o Irão avisa que não respeitará qualquer entendimento que resulte destes contactos. Acompanhamos aqui, ao minuto, o evoluir do conflito no Médio Oriente.

Inês Moreira Santos, Carlos Santos Neves - RTP /

Emissão da RTP Notícias


Adnan Abidi - Reuters

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Arábia Saudita pressiona EUA para que suspendam bloqueio do Estreito de Ormuz

A Arábia Saudita está a pressionar os EUA para que acabem com o bloqueio do Estreito de Ormuz, temendo que o Irão possa retaliar e atacar outras rotas marítimas, de acordo com o Wall Street Journal.

As autoridades citadas pela publicação expressaram preocupação com a possibilidade de o Irão fechar o Estreito de Bab el-Mandeb, um importante ponto de estrangulamento global entre o Iémen e o Corno da África, vulnerável a ataques dos houthis.

A Arábia Saudita depende do porto no Mar Vermelho, em Yanbu, para exportar petróleo, mas, caso o Estreito de Bab el-Mandeb seja fechado, o reino poderá perder última rota de exportação.
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Navio alvo de sanções dos EUA atravessou o Estreito de Ormuz

Um navio-tanque alvo de sanções dos EUA atravessou o Estreito de Ormuz na terça-feira , segundo dados de navegação da LSEG, testando o bloqueio naval note-americano . O navio-tanque Rich Starry é de propriedade chinesa e tem tripulação chinesa a bordo, de acordo com os dados citados pela Reuters.
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Irão exigiu indemnização dos países que participaram do esforço de guerra dos EUA e de Israel

O representante do Irão nas Nações Unidas exigiu indemnização dos países que, segundo ele, participaram do esforço de guerra dos EUA e de Israel contra Teerão. A media estatal iraniana refere que os países incluem Bahrein, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos e Jordânia.
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Presidente sul-coreano preocupado com tensões no Estreiro de Ormuz

O presidente sul-coreano Lee Jae Myung considera que o aumento das tensões em torno do Estreito de Ormuz dificulta o otimismo em relação às consequências da guerra com o Irão, alertando que os altos preços do petróleo e as dificuldades na cadeia de suprimentos provavelmente vão manter-se por algum tempo.
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RTP /

"Global e altamente assimétrico". Agência Internacional de Energia e FMI alertam para impacto da guerra

A Agência Internacional de Energia (AIE), o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial alertaram na segunda-feira para o impacto "global e altamente assimétrico" da guerra no Médio Oriente.

Para estas três instituições, o conflito no Médio Oriente está a afetar os importadores de energia, particularmente os países mais desfavorecidos.
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Sánchez lamenta ameaças devido à posição de Espanha

Também em Pequim, o primeiro-ministro espanhol lamentou que os países que criticam violações do direito internacional sejam depois alvo de ameaças, defendendo que a posição de Espanha sobre o Irão "não deve ofender ninguém".

"Espanha tem uma posição coerente em matéria de política externa. Não deve ofender ninguém", afirmou Pedro Sánchez, defendendo um "sistema internacional baseado em regras" e rejeitando a prevalência da "lei da selva".

O líder do executivo espanhol lamentou que os países que criticam governos que, na sua perspetiva, violam o direito internacional acabem por ficar "sujeitos à ameaça desses países", numa referência implícita aos Estados Unidos e a Israel, na sequência da crise desencadeada pela guerra com o Irão.

A expressão utilizada por Sánchez coincide com a usada horas antes por Xi, no início da reunião bilateral no Grande Palácio do Povo, ao afirmar que China e Espanha estão "do lado certo da história" face à "lei da selva", num momento em que o direito e a ordem internacionais foram "gravemente postos em causa".

O líder espanhol sublinhou que o quadro multilateral criado após a Segunda Guerra Mundial proporcionou "o maior período de prosperidade e de paz no mundo", acrescentando que, do ponto de vista de Espanha, o respeito pelo direito internacional não é apenas uma questão moral, mas também de interesse nacional.

"Nós não teremos qualquer problema em continuar do lado certo da história, a defender aquilo que consideramos justo", acrescentou.

C/Lusa
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Xi pede cessar-fogo abrangente e duradouro face à escalada em Ormuz

Num encontro com o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Khaled bin Mohamed bin Zayed Al Nahyan, o Presidente chinês defendeu um cessar-fogo "abrangente e duradouro" no Médio Oriente.

A reunião decorreu no Grande Palácio do Povo, na capital chinesa, num contexto de agravamento da crise no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas energéticas globais.

Xi Jinping sublinhou que a resolução da situação deve passar por vias políticas e diplomáticas e garantiu que a China continuará a desempenhar um "papel construtivo" e a "trabalhar ativamente" para promover a paz, segundo um comunicado divulgado pela agência noticiosa oficial Xinhua.

O líder chinês defendeu ainda o respeito pela soberania, segurança e integridade territorial dos países do Médio Oriente e do Golfo, alertando contra a aplicação seletiva do direito internacional, que, afirmou, não pode ser usado "quando convém e descartado quando não".

Xi apresentou quatro princípios para avançar na estabilidade regional, incluindo a coexistência pacífica entre os países da região, o respeito pelo direito internacional e a articulação entre desenvolvimento e segurança, numa altura em que o conflito aumenta a incerteza sobre rotas energéticas e o comércio global.

C/Lusa
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RTP /

Lavrov pede que se evite regresso de confronto armado

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, pediu que se evite o regresso do conflito armado no Irão e reiterou a disposição de Moscovo em apoiar uma solução pacífica para a nação persa.

Num comunicado sobre a conversa telefónica entre o ministro russo e o homólogo iraniano, Abbas Araqchi, o Ministério russo dos Negócios Estrangeiros informou que Lavrov enfatizou a importância de evitar um novo confronto armado, tendo reafirmado a "contínua disposição da Rússia em ajudar a resolver a crise, que não tem solução militar".

Durante a conversa, "Araqchi informou Lavrov sobre os detalhes das conversas iraniano-americanas realizadas no sábado, em Islamabad".

"O lado russo saudou o compromisso contínuo de Teerão em prosseguir com os esforços diplomáticos e procurar soluções que abordem as causas profundas do conflito e alcancem a estabilização a longo prazo na região, levando em consideração os legítimos interesses do Irão e dos seus vizinhos", refere a nota.

Lavrov aproveitou ainda a oportunidade para expressar condolências a Araqchi pelo "cruel assassinato em ataque aéreo" do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Kamal Kharazi, que morreu na quinta-feira.

C/Lusa
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RTP /

JD Vance admite progressos nas negociações com o Irão

O vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou que as negociações com o Irão "fizeram algum progresso", especificamente sobre a insistência norte-americana na remoção do material nuclear iraniano, assim como sobre um mecanismo para garantir que o urânio não possa ser enriquecido no futuro. 

“Eles aproximaram-se de nós”, disse Vance em entrevista à Fox News, acrescentando que os negociadores iranianos “não conseguiram fechar um acordo” e precisavam da aprovação de outros em Teerão.
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RTP /

Irão terá proposto suspender atividades nucleares por cinco anos

A informação foi avançada esta terça-feira pelo New York Times: o Irão propôs suspender o enriquecimento de urânio por um período de até cinco anos, depois de os Estados Unidos terem pedido 20 anos nas negociações do fim de semana no Paquistão.

Segundo a mesma publicação, a Administração Trump rejeitou a oferta de cinco anos.

O jornal The Times, por sua vez, avança que, embora Washington e o Teerão tenham trocado propostas para a suspensão das atividades nucleares iranianas durante as negociações do fim de semana, os países continuam muito distantes quanto à duração de qualquer acordo.

Mas afirmou que as discussões "sugeriram que pode haver um caminho para um acordo de paz", mesmo com os EUA a bloquear os portos iranianos.
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RTP /

Segunda ronda de negociações entre EUA e Irão

De acordo com a Reuters, os Estados Unidos e o Irão devem retomar ao Paquistão para uma segunda ronda de negociações de paz.

Já segundo informações da Associated Press, o Paquistão teria proposto sediar uma segunda rodada de negociações entre os Estados Unidos e o Irão em Islamabad nos próximos dias, antes do fim do cessar-fogo.

Os funcionários, que falaram sob condição de anonimato por não estarem autorizados a discutir o assunto com a imprensa, disseram que a proposta dependeria de as partes solicitarem ou não uma localização diferente.

Um dos funcionários afirmou que, apesar de terem terminado sem um acordo, as primeiras conversações faziam parte de um processo diplomático em curso, e não de um esforço isolado.

A Casa Branca não respondeu diretamente às perguntas sobre se novas negociações estavam a ser consideradas.

“O presidente Trump, o vice-presidente Vance e a equipe de negociação deixaram as linhas vermelhas dos EUA muito claras. O desespero dos iranianos por um acordo só aumentará com o bloqueio naval altamente eficaz do presidente Trump, agora em vigor”, disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.
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Lusa /

Xi diz a Sánchez que ambos estão "do lado certo da História" face à "lei da selva"

O Presidente chinês, Xi Jinping, disse hoje ao primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, que ambos os países defendem o direito internacional, que considerou estar "gravemente minado", e estão "do lado certo da História" face à "lei da selva".

Andres Martinez Casares - EPA

Xi destacou a convergência de posições com Espanha, numa referência a conflitos como o do Irão, no início do encontro que manteve com Sánchez no Grande Palácio do Povo, no âmbito da visita oficial do líder espanhol à China.

A reunião começou com um discurso semelhante de ambas as partes, com Sánchez a lamentar também o enfraquecimento do direito internacional e a defender o reforço do sistema multilateral.

Xi manifestou satisfação por voltar a encontrar-se com Sánchez, recordando que esta é a quarta visita do dirigente espanhol à China em quatro anos, e sublinhou que, desde o primeiro encontro em 2023, ambos têm promovido uma relação bilateral com "determinação estratégica".

Segundo o Presidente chinês, apesar do contexto internacional, as relações entre os dois países têm registado um desenvolvimento estável, contribuindo igualmente para a estabilidade das relações entre a China e a Europa.

"Os factos demonstram que o aprofundamento da cooperação bilateral corresponde aos interesses dos dois povos", afirmou.

Num mundo "em mudança e turbulento", Xi considerou que a ordem internacional foi "gravemente minada", acrescentando que a forma como cada país encara o direito internacional reflete a sua visão do mundo, dos valores e das responsabilidades.

"Tanto a China como Espanha têm princípios e defendem a justiça, estando dispostas a ficar do lado certo da História", afirmou.

Xi defendeu que os dois países devem reforçar a comunicação, consolidar a confiança mútua, aprofundar a cooperação e rejeitar um regresso à "lei da selva", salvaguardando o verdadeiro multilateralismo e promovendo a paz e o desenvolvimento globais.

Sánchez recordou igualmente tratar-se da sua quarta visita à China, considerando que tal reflete a hospitalidade do Governo chinês e a solidez das relações bilaterais, agora reforçadas com o lançamento de um diálogo estratégico entre os dois países.

O chefe do Executivo espanhol defendeu a necessidade de renovar o sistema multilateral para que represente de forma mais fiel o atual mundo multipolar e contribua para a paz e a estabilidade globais.

Sánchez lamentou que essas metas estejam a ser comprometidas pelos vários conflitos em curso, acrescentando que esses desafios ajudam a explicar a sua presença na China.

"Para que juntos, Espanha e China, possamos contribuir para soluções face às tensões comerciais, às complexidades geopolíticas, às guerras e aos desafios ambientais e sociais que afetam o mundo", afirmou.

O líder espanhol sublinhou que o objetivo comum deve ser reforçar o sistema multilateral e o direito internacional, que considerou estarem a ser postos em causa de forma recorrente e perigosa.

Sánchez defendeu ainda que a relação bilateral pode contribuir para aprofundar os laços entre a China e a União Europeia, salientando que a cooperação entre ambas as partes beneficiará as suas sociedades e a prosperidade global.

"Espanha estará à altura do desafio histórico, será corajosa, clara e previsível, e trabalhará sempre pelo entendimento entre nações", afirmou, dirigindo-se a Xi.

O primeiro-ministro acrescentou que Espanha é um país "estável e previsível", convicto de que esse espírito é essencial para alcançar uma paz duradoura.

Xi recordou ainda a visita dos reis de Espanha à China, em novembro passado, destacando os consensos alcançados, e pediu a Sánchez que lhes transmitisse os seus cumprimentos.

Sánchez respondeu transmitindo as saudações do rei Felipe VI e da rainha Letizia Ortiz, sublinhando a gratidão pela visita.

Após o encontro, o Presidente chinês ofereceu um almoço ao chefe do Governo espanhol, no qual participaram também a esposa de Sánchez, Begoña Gómez, e o ministro dos Negócios Estrangeiros, José Manuel Albares.

 

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Ponto de situação
RTP /

"Não estamos interessados ou preocupados". Hezbollah não reconhece iniciativa diplomática

  • Washington é palco de conversações entre os embaixadores do Líbano e de Israel nos Estados Unidos. Iniciativa diplomática que o Hezbollah não tenciona validar. O movimento xiita libanês conotado com o Irão avisa que não respeitará qualquer entendimento que resulte destes contactos;


  • Wafiq Safa, membro do conselho político do Hezbollah pronunciou-se na véspera das conversações em Washington, a primeira iniciativa do género em décadas. “Quanto aos resultados desta negociação entre o Líbano e o inimigo israelita, não estamos interessados nem preocupados com elas”, afirmou em declarações à Associated Press;


  • O próprio líder do Hezbollah, Naim Kassem, instou o Governo do Líbano a retirar-se das negociações com o Estado hebraico;


  • O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o bloqueio do Estreito de Hormuz cobre todos os portos iranianos. A Autoridade de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido confirma que o bloqueio dos Estados Unidos se aplica a todo o tráfego marítimo, independentemente dos pavilhões dos navios;


  • Em simultâneo, Trump reiterou a convicção de que o Irão quer chegar a acordo com os Estados Unidos. A principal exigência norte-americana mantém-se – o regime não poderá dotar-se de armamento nuclear. "Não podemos deixar um país chantagear ou extorquir o mundo", sustentou o inquilino republicano da Casa Branca;


  • Há relatos a apontar para a continuação das negociações entre norte-americanos e iranianos. Fonte da Administração Trump, citada pela CNN, apontou mesmo para “um diálogo contínuo” e até “progresso na procura de um acordo”;


  • O representante do Irão nas Nações Unidas exige indemnizações por parte de países que tenham participado no esforço de guerra dos Estados Unidos e de Israel. A comunicação social estatal do Irão refere Bahrein, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos e Jordânia;


  • As Forças de Defesa de Israel adiantam que um de seus soldados foi abatido em combate no sul do Líbano. Outros três operacionais ficaram feridos: “No incidente em que o sargento-mor (da reserva) Ayal Uriel Bianco foi morto, um reservista ficou ligeiramente ferido e outros dois reservistas sofreram ferimentos leves”;


  • O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, encontra-se em Pequim, onde espera fortalecer a cooperação bilateral com a China. Lavrov vai reunir-se com o homólogo chinês, Wang Yi. Sobre a mesa estarão a guerra na Ucrânia e a situação no Médio Oriente;


  • Na sequência das críticas de Donald Trump ao Papa e da resposta de Leão XIV, que deixou claro não ter “a intenção de debater” com o presidente dos Estados Unidos, o vice-presidente norte-americano, JD Vance, ensaiou um recado ao Vaticano, apelando a que este “se atenha a questões de moralidade”.
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Lusa /

Exportações da China crescem 2,5% em março e desaceleram com impacto da guerra no Irão

As exportações da China cresceram 2,5% em março, desacelerando face aos dois meses anteriores, num contexto de incerteza devido à guerra no Irão e ao impacto nos preços da energia e na procura global.

China Stringer via REUTERS

Os dados divulgados hoje pela Administração Geral das Alfândegas da China ficaram aquém das estimativas dos analistas e representam uma forte descida, face ao crescimento de 21,8%, registado em janeiro e fevereiro.

As importações aumentaram 27,8% em março, acima da subida homóloga de 19,8% verificada nos primeiros dois meses do ano.

As exportações ligadas à tecnologia, incluindo o aumento dos envios de semicondutores, impulsionado pelo `boom` global da inteligência artificial, sustentaram o desempenho robusto no início de 2026, mas economistas alertam que o prolongamento da guerra no Irão poderá afetar a procura global por produtos chineses.

"As exportações da China desaceleraram à medida que a guerra no Irão começa a afetar a procura global e as cadeias de abastecimento", afirmou Gary Ng, economista para a Ásia-Pacífico no banco francês Natixis.

Apesar da recuperação significativa registada no início do ano, a procura deverá enfraquecer devido ao choque energético provocado pelo conflito, segundo economistas do Bank of America, liderados por Helen Qiao.

Os riscos aumentam caso o conflito se prolongue além do esperado, podendo originar uma desaceleração global persistente, acrescentaram.

As tarifas impostas pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, bem como as tensões entre Washington e Pequim, têm também pressionado as exportações chinesas para o mercado norte-americano, levando a China a reforçar as vendas para outras regiões, como a Europa, o Sudeste Asiático e a América Latina.

Os analistas acompanham ainda com atenção a visita prevista de Trump a Pequim, em maio, para se reunir com o Presidente chinês, Xi Jinping, após um adiamento motivado pela guerra no Irão.

As autoridades chinesas fixaram uma meta de crescimento económico entre 4,5% e 5% para 2026, o nível mais baixo desde 1991.

A China cumpriu o objetivo de crescimento de "cerca de 5%" em 2025, apoiado por exportações fortes -- com um excedente comercial recorde de 1,2 biliões de dólares (mais de um bilião de euros) -- e analistas consideram que estas deverão continuar a ser um motor essencial da economia este ano, numa altura em que a prolongada crise no setor imobiliário continua a pesar sobre a procura interna e o investimento.

 

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Bloqueio em Ormuz. Trump ameaça navios iranianos com "eliminação imediata"

O bloqueio norte-americano no Estreito de Ormuz entrou em vigor mas, ao mesmo tempo, Donald Trump revelou que recebeu um novo contacto de Teerão com vista a negociar um acordo.

O presidente norte-americano quer impedir mais receitas de petróleo para o Irão mas mantém o cessar-fogo em vigor.
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Papa responde a Trump. Leão XIV diz não ter medo do Governo americano

Leão XIV diz que não tem medo do Governo norte-americano. A resposta surge depois das críticas de Donald Trump.

O presidente dos Estados Unidos acusou o líder da Igreja Católica de ser "um papa fraco com o crime e terrível em política internacional".

Pouco depois, Donald Trump publicou uma imagem nas redes sociais em aparenta ser retratado como Jesus, mas veio esclarecer que a representação é de um médico da Cruz Vermelha.
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