Política
Ministra da Justiça. "Não é do interesse de ninguém" atrasar investigações sobre Luís Neves
A ministra da Justiça diz que não é o Governo que está a fragilizar a imagem da Polícia Judiciária. Rita Alarcão Júdice espera que até ao fim do ano estejam concluidos os inquéritos abertos a Luís Neves e diz que "não é do interesse de ninguém" atrasar qualquer investigação sobre o ministro da Administração Interna.
Foto: José Sena Goulão - Lusa
Entre estes químicos estavam aqueles que foram apreendidos na operação relacionada com o polémico atrelado ligado ao desmantelamento de uma rede de produção de droga, há quase dois anos.
Isto contraria o que disse o ministro da Administração Interna, que há um mês avançou que este valor era apenas para destruir o conteúdo dos bidões que estavam no atrelado entregue à Construbarcelos.
Em resposta a perguntas do Chega, Rita Júdice tinha falado numa quantidade anormal deste tipo de produtos, adiantando que a PJ fez um pedido para recolha, transporte, acondicionamento e tratamento.
Esta tarde, interpelada pelos jornalistas, a ministra da Justiça recusou prestar mais explicações sobre os custos de eliminação de matérias químicas apreendidas pela PJ.
O Ministério garante que a Polícia Judiciária não dispunha do valor necessário para esta operação, a não ser que comprometesse a atividade normal do serviço.
O orçamento da PJ não tem dotações específicas, para a destruição de produtos apreendidos.
Isto contraria o que disse o ministro da Administração Interna, que há um mês avançou que este valor era apenas para destruir o conteúdo dos bidões que estavam no atrelado entregue à Construbarcelos.
Em resposta a perguntas do Chega, Rita Júdice tinha falado numa quantidade anormal deste tipo de produtos, adiantando que a PJ fez um pedido para recolha, transporte, acondicionamento e tratamento.
Esta tarde, interpelada pelos jornalistas, a ministra da Justiça recusou prestar mais explicações sobre os custos de eliminação de matérias químicas apreendidas pela PJ.
O Ministério garante que a Polícia Judiciária não dispunha do valor necessário para esta operação, a não ser que comprometesse a atividade normal do serviço.
O orçamento da PJ não tem dotações específicas, para a destruição de produtos apreendidos.