Política
Ministro da Economia confiante em chumbo da moção de censura ao Governo
Manuel Castro Almeida acredita que a moção de censura apresentada pelo Chega vai ser chumbada e considera que Luís Neves tem condições para continuar no Governo.
Manuel Castro Almeida, ministro da Economia e da Coesão Territorial, foi o convidado desta quarta-feira da “Grande Entrevista”.
Questionado sobre a moção de censura do Chega ao Governo, Castro Almeida disse estar confiante de que será chumbada.
Manuel Castro Almeida defende ainda que o ministro da Administração Interna, Luís Neves, tem condições para continuar no cargo uma vez que tem “total confiança” por parte do primeiro-ministro.
“É suficiente ter o apoio explícito e declarado do primeiro-ministro”, disse o ministro da Economia, que considera que não é dever dos membros do Governo, à exceção do primeiro-ministro, manifestar opinião sobre o caso de Luís Neves.
Castro Almeida acusa o Chega de não querer verdadeiramente apurar os factos, uma vez que anunciou uma comissão de inquérito antes de ouvir o ministro no Parlamento, e defende que uma moção de censura neste momento “é só uma fonte de instabilidade para o país”.“Vamos aproveitar a totalidade das subvenções do PRR”
Sobre o PRR, o ministro da Economia reiterou que o Governo vai “aproveitar a totalidade das subvenções”, embora reconheça que a situação “foi exigente”.
Castro Almeida garante que até ao final do ano serão entregues 40 mil casas e que as obras em curso “estão para além do PRR”.
O ministro explicou que a prioridade “foi pôr dinheiro na economia” e que foi criado um instrumento financeiro para a inovação e competitividade, que recebeu 1200 milhões de euros, dos quais mais de 800 milhões foram dirigidos para a Inteligência Artificial nas empresas
Questionado sobre a inflação, o ministro observou que os salários “estão a subir acima da inflação” e afirma que a sua maior preocupação são os reformados.
Relativamente ao PTRR, Castro Almeida disse que dos 39 mil pedidos pós-tempestade, 40% foram recusados, mas 98% dos casos estão resolvidos.
No total, o ministro afirma que os apoios às pessoas afetadas pelas tempestades custaram cerca de 100 milhões de euros.
Por fim, o ministro mostrou-se também otimista em relação à viabilização do Orçamento do Estado, lembrando que o PS já mostrou estar disponível para viabilizar a proposta.
Questionado sobre a moção de censura do Chega ao Governo, Castro Almeida disse estar confiante de que será chumbada.
Manuel Castro Almeida defende ainda que o ministro da Administração Interna, Luís Neves, tem condições para continuar no cargo uma vez que tem “total confiança” por parte do primeiro-ministro.
“É suficiente ter o apoio explícito e declarado do primeiro-ministro”, disse o ministro da Economia, que considera que não é dever dos membros do Governo, à exceção do primeiro-ministro, manifestar opinião sobre o caso de Luís Neves.
Castro Almeida acusa o Chega de não querer verdadeiramente apurar os factos, uma vez que anunciou uma comissão de inquérito antes de ouvir o ministro no Parlamento, e defende que uma moção de censura neste momento “é só uma fonte de instabilidade para o país”.“Vamos aproveitar a totalidade das subvenções do PRR”
Sobre o PRR, o ministro da Economia reiterou que o Governo vai “aproveitar a totalidade das subvenções”, embora reconheça que a situação “foi exigente”.
Castro Almeida garante que até ao final do ano serão entregues 40 mil casas e que as obras em curso “estão para além do PRR”.
O ministro explicou que a prioridade “foi pôr dinheiro na economia” e que foi criado um instrumento financeiro para a inovação e competitividade, que recebeu 1200 milhões de euros, dos quais mais de 800 milhões foram dirigidos para a Inteligência Artificial nas empresas
Questionado sobre a inflação, o ministro observou que os salários “estão a subir acima da inflação” e afirma que a sua maior preocupação são os reformados.
Relativamente ao PTRR, Castro Almeida disse que dos 39 mil pedidos pós-tempestade, 40% foram recusados, mas 98% dos casos estão resolvidos.
No total, o ministro afirma que os apoios às pessoas afetadas pelas tempestades custaram cerca de 100 milhões de euros.
Por fim, o ministro mostrou-se também otimista em relação à viabilização do Orçamento do Estado, lembrando que o PS já mostrou estar disponível para viabilizar a proposta.