Política
Nuno Melo diz que CDS "vai a jogo" na revisão constitucional e rejeita "ir a reboque"
O presidente do CDS anunciou que o partido vai avançar com propostas próprias de revisão constitucional, sem o PSD.
Em entrevista à RTP, o presidente do CDS reiterou que o partido “vai a jogo” na revisão constitucional, com a sua própria proposta.
“A estratégia relativamente ao momento depende daquilo que resulte do entendimento entre a direção do partido e o grupo parlamentar”, disse Nuno Melo, admitindo que uma revisão constitucional “mais para diante faria mais sentido”.
Questionado sobre se iria a reboque do PSD, Nuno Melo foi taxativo: “Não vamos a reboque coisa nenhuma. Quando tiver que acontecer a revisão constitucional, o CDS vai ter a sua proposta”.
O líder do CDS, que foi reeleito este domingo com mais de 89% dos votos durante o Congresso do partido, disse ainda que as palavras do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, sobre a utilização da Base das Lajes “não podem ser interpretadas de forma literal”.
O ministro da Defesa assume que o elogio dos EUA pela cooperação é importante no contexto da NATO, mas garante que a utilização da base nos Aaçores foi feita sob as condições de Portugal.
“Marco Rubio quis sublinhar ideia de Portugal ser um aliado confiável”, disse, garantindo que “Portugal facultou a utilização da base das Lajes com condições”.
“Temos condições para dizer que as condições foram cumpridas pelos EUA”, asseverou.
“A estratégia relativamente ao momento depende daquilo que resulte do entendimento entre a direção do partido e o grupo parlamentar”, disse Nuno Melo, admitindo que uma revisão constitucional “mais para diante faria mais sentido”.
Questionado sobre se iria a reboque do PSD, Nuno Melo foi taxativo: “Não vamos a reboque coisa nenhuma. Quando tiver que acontecer a revisão constitucional, o CDS vai ter a sua proposta”.
O líder do CDS, que foi reeleito este domingo com mais de 89% dos votos durante o Congresso do partido, disse ainda que as palavras do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, sobre a utilização da Base das Lajes “não podem ser interpretadas de forma literal”.
O ministro da Defesa assume que o elogio dos EUA pela cooperação é importante no contexto da NATO, mas garante que a utilização da base nos Aaçores foi feita sob as condições de Portugal.
“Marco Rubio quis sublinhar ideia de Portugal ser um aliado confiável”, disse, garantindo que “Portugal facultou a utilização da base das Lajes com condições”.
“Temos condições para dizer que as condições foram cumpridas pelos EUA”, asseverou.