Passos sublinha que medidas do OE/2014 não são mais duras do que as de 2012

De visita ao México, Pedro Passos Coelho disse que o governo está a chamar todos os portugueses à dura tarefa de reduzir o défice para os quatro por cento. O primeiro ministro reconhece que as medidas são difíceis, mas até considera que os funcionários públicos e os pensionistas já passaram por pior em 2012, avançando ainda que uma coisa é o que Portugal acertou com a troika, outra coisa são as medidas extraordinárias e garantiu que o défice vai ficar nos 4 por cento. Sublinhou que as medidas previstas no OE 2014, quando comparadas "com o esforço que fizemos em 2012, não representam um esforço maior, nem para os pensionistas, nem para os funcionários públicos. Eles não vão em 2014 sofrer uma redução superior àquela que tiveram em 2012", acrescentou.

Antena 1 /

Foto: Lusa

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