Política
Eleições Legislativas 2015
CDU designa Heloísa Apolónia para debate com Portas
O debate televisivo entre a aliança de esquerda e a aliança PSD/CDS-PP vai colocar frente-a-frente Heloísa Apolónia, líder dos Verdes, e Paulo Portas, líder do CDS-PP e vice-primeiro-ministro. A decisão foi anunciada pela CDU (Coligação Democrática que une PCP e Verdes), depois de a PaF (coligação Portugal à Frente, que une PSD e CDS-PP) ter apontado Portas como seu representante.
A CDU anunciou também a sua disponibilidade para estar presente no debate entre todas as forças presentes no Parlamento (CDS-PP, PSD, PS, PCP, BE e Verdes), marcado pelas televisões para o próximo dia 22.
O debate poderá não chegar a realizar-se depois de PS e BE o colocaram em causa considerando que as coligações (CDU e PaF) estariam duplamente representadas. Por seu lado a PaF anunciou sexta-feira passada que não participaria se Portas não estivesse presente.
Em comunicado às televisões a CDU anuncia que está disposta a participar no debate seja em que modalidade for, "com as forças políticas que estejam dispostas a nele participar", sejam estas os seis partidos ou um representante de cada coligação, os socialistas e os bloquistas.
"Partindo da posição de que o princípio aplicável seria o da realização de debates envolvendo candidaturas, e perante a introdução pelo CDS dessa possibilidade, o PCP sublinhou só serem aceitáveis dois critérios objetivos: o da participação nos debates de quatro candidaturas (CDU, PaF, BE e PS) ou dos seis partidos com representação parlamentar (PSD e CDS, PCP e PEV, PS e BE)", lê-se no comunicado.
"A base de debates que resultaria da atribuição à coligação PSD/CDS-PP do privilégio de ter dois representantes em contraste com a CDU constituiria uma grosseira violação do princípio de não discriminação e igualdade de tratamento," acrescenta.
"O PCP, que desde a primeira hora combateu e denunciou a nova legislação sobre cobertura jornalística de campanhas eleitorais cozinhada entre PS, PSD e CDS para procurar legitimar tratamentos discriminatórios, recusa ser agora envolvido na generalizada responsabilização já em curso nas análises e comentários quanto à incapacidade dos partidos que aprovaram a lei se entenderem para a aplicar".
Para a CDU os frente-a-frente televisivos, com os quais manifesta "viva discordância", consistem numa "gritante discriminação de afastar dos frente a frente o PEV em contraste com a presença do CDS-PP".
A coligação de esquerda aponta ainda o facto de o debate entre Passos Coelho e António Costa decorrer "em canal generalista e transmitido pelos três canais com a notória visibilidade e projeção associadas", com os restantes a serem transmitidos para os canais de cabo "com as limitações de audiência conhecidas".
O debate poderá não chegar a realizar-se depois de PS e BE o colocaram em causa considerando que as coligações (CDU e PaF) estariam duplamente representadas. Por seu lado a PaF anunciou sexta-feira passada que não participaria se Portas não estivesse presente.
Em comunicado às televisões a CDU anuncia que está disposta a participar no debate seja em que modalidade for, "com as forças políticas que estejam dispostas a nele participar", sejam estas os seis partidos ou um representante de cada coligação, os socialistas e os bloquistas.
"Partindo da posição de que o princípio aplicável seria o da realização de debates envolvendo candidaturas, e perante a introdução pelo CDS dessa possibilidade, o PCP sublinhou só serem aceitáveis dois critérios objetivos: o da participação nos debates de quatro candidaturas (CDU, PaF, BE e PS) ou dos seis partidos com representação parlamentar (PSD e CDS, PCP e PEV, PS e BE)", lê-se no comunicado.
"A base de debates que resultaria da atribuição à coligação PSD/CDS-PP do privilégio de ter dois representantes em contraste com a CDU constituiria uma grosseira violação do princípio de não discriminação e igualdade de tratamento," acrescenta.
"O PCP, que desde a primeira hora combateu e denunciou a nova legislação sobre cobertura jornalística de campanhas eleitorais cozinhada entre PS, PSD e CDS para procurar legitimar tratamentos discriminatórios, recusa ser agora envolvido na generalizada responsabilização já em curso nas análises e comentários quanto à incapacidade dos partidos que aprovaram a lei se entenderem para a aplicar".
Para a CDU os frente-a-frente televisivos, com os quais manifesta "viva discordância", consistem numa "gritante discriminação de afastar dos frente a frente o PEV em contraste com a presença do CDS-PP".
A coligação de esquerda aponta ainda o facto de o debate entre Passos Coelho e António Costa decorrer "em canal generalista e transmitido pelos três canais com a notória visibilidade e projeção associadas", com os restantes a serem transmitidos para os canais de cabo "com as limitações de audiência conhecidas".