Economia
Portagens roubam metade da circulação à Via do Infante
A circulação na A22 representava em dezembro passado quase metade do tráfego que há apenas dois anos cruzava aquela que é também conhecida como Via do Infante. Ouvida pela Antena 1, a Comissão de Utentes da Via do Infante não se revela surpreendida com os dados do Instituto Nacional de Infraestruturas Rodoviárias (INIR). São perdas que embora em valores inferiores afetam as restantes antigas SCUT no Centro e Norte do país.
José Domingos, da Comissão de Utentes da Via do Infante, apontava à Antena 1 que até as ambulâncias e as viaturas da GNR deixaram de circular na Via do Infante. A comissão acredita que os números agora dados a conhecer pelo INIR poderão mesmo estar acima da realidade.
De acordo com o relatório relativo à circulação automóvel nas antigas SCUT, a Via do Infante registou em dezembro de 2011 uma quebra de 48,4 por cento, quando comparados os valores de Tráfego Médio Diário (TMD) de viaturas com o mesmo mês de 2010.
Após a introdução das portagens - concretizada a 8 de dezembro, no meio de forte polémica - as antigas SCUT do Interior e do Sul registaram uma perda na ordem das 14.000 viaturas por dia: a Via do Infante com uma quebra de 48,4 por cento, a A23 de 31 por cento, a A24 de quase 30 por cento e a A25 de 18 por cento.
Refere o relatório do INIR relativo ao movimento no quarto trimestre de 2011 que a mesma situação se verifica na região Norte do país, com as três antigas concessões a perderem 43 mil viaturas por dia desde 2009, o que representa quase metade do tráfego médio diário.
Perdas para metade na Via do Infante
A A22, conhecida como Via do Infante, registou em dezembro de 2011 um movimento diário de 6528 viaturas (48,4%). Foram menos 6111 viaturas por dia, face ao mesmo mês de dezembro de 2010 (12.639). Em dezembro de 2009, a Via do Infante registava um TMD de 13.523 viaturas.
Na A23 (Beira Interior), portajada também a partir de dezembro passado, de registar a quebra de 30,9 por cento, num TMD de 11 489 para 7942 viaturas (diferença de 3547).
A mesma tendência na A24 (Interior Norte), com a quebra diária de 29,6 por cento, num total de 4641 viaturas, ou seja, menos 1952 viaturas.
A A25 (Beira Litoral/Beira Alta) acaba por ser a via que apresenta resultados menos negativos, ao perder 18 por cento das viaturas: foi um TMD de 10.861 viaturas no último mês de dezembro, face às 13.241 viaturas de 2010.
Mesma tendência a Norte
As concessões das antigas SCUT no Norte do país apresentaram perdas diárias de mais de 43 mil viaturas diariamente, quando comparados os períodos homólogos de 2009 e 2011.
A maior quebra foi sentida na concessão do Grande Porto: no último trimestre de 2009 contava com 39.560 viaturas todos os dias e, já em 2010, com portagens a partir de outubro, o quarto trimestre fechou com um TMD de 24.142 viaturas. Este número cairia ainda mais no quarto trimestre de 2011, para 21.841 (menos 17 719 viaturas diariamente ou quebra de 45 por cento).
Na Costa de Prata, o ano de 2009 chegava no último trimestre às 36.473 viaturas. Em 2010, com as portagens em funcionamento, caía para 22 887 e, um ano depois, para 20.128 viaturas (menos 45 por cento, quando comparado com os valores de 2009, o equivalente a 16.345 viaturas por dia).
A A28 (concessão Norte Litoral que liga Viana do Castelo ao Porto) ficou-se nesse último trimestre de 2011 nas 24.120 viaturas, menos 1549 face ao mesmo período de 2010 (25 669) e menos 8975 (27%) do que em 2009.
De acordo com o relatório relativo à circulação automóvel nas antigas SCUT, a Via do Infante registou em dezembro de 2011 uma quebra de 48,4 por cento, quando comparados os valores de Tráfego Médio Diário (TMD) de viaturas com o mesmo mês de 2010.
Após a introdução das portagens - concretizada a 8 de dezembro, no meio de forte polémica - as antigas SCUT do Interior e do Sul registaram uma perda na ordem das 14.000 viaturas por dia: a Via do Infante com uma quebra de 48,4 por cento, a A23 de 31 por cento, a A24 de quase 30 por cento e a A25 de 18 por cento.
Refere o relatório do INIR relativo ao movimento no quarto trimestre de 2011 que a mesma situação se verifica na região Norte do país, com as três antigas concessões a perderem 43 mil viaturas por dia desde 2009, o que representa quase metade do tráfego médio diário.
Perdas para metade na Via do Infante
A A22, conhecida como Via do Infante, registou em dezembro de 2011 um movimento diário de 6528 viaturas (48,4%). Foram menos 6111 viaturas por dia, face ao mesmo mês de dezembro de 2010 (12.639). Em dezembro de 2009, a Via do Infante registava um TMD de 13.523 viaturas.
Na A23 (Beira Interior), portajada também a partir de dezembro passado, de registar a quebra de 30,9 por cento, num TMD de 11 489 para 7942 viaturas (diferença de 3547).
A mesma tendência na A24 (Interior Norte), com a quebra diária de 29,6 por cento, num total de 4641 viaturas, ou seja, menos 1952 viaturas.
A A25 (Beira Litoral/Beira Alta) acaba por ser a via que apresenta resultados menos negativos, ao perder 18 por cento das viaturas: foi um TMD de 10.861 viaturas no último mês de dezembro, face às 13.241 viaturas de 2010.
Mesma tendência a Norte
As concessões das antigas SCUT no Norte do país apresentaram perdas diárias de mais de 43 mil viaturas diariamente, quando comparados os períodos homólogos de 2009 e 2011.
A maior quebra foi sentida na concessão do Grande Porto: no último trimestre de 2009 contava com 39.560 viaturas todos os dias e, já em 2010, com portagens a partir de outubro, o quarto trimestre fechou com um TMD de 24.142 viaturas. Este número cairia ainda mais no quarto trimestre de 2011, para 21.841 (menos 17 719 viaturas diariamente ou quebra de 45 por cento).
Na Costa de Prata, o ano de 2009 chegava no último trimestre às 36.473 viaturas. Em 2010, com as portagens em funcionamento, caía para 22 887 e, um ano depois, para 20.128 viaturas (menos 45 por cento, quando comparado com os valores de 2009, o equivalente a 16.345 viaturas por dia).
A A28 (concessão Norte Litoral que liga Viana do Castelo ao Porto) ficou-se nesse último trimestre de 2011 nas 24.120 viaturas, menos 1549 face ao mesmo período de 2010 (25 669) e menos 8975 (27%) do que em 2009.