Política
Eleições Legislativas 2015
Portas acusa Costa de ser “um líder à procura da sobrevivência”
O líder do CDS-PP diz não ter dúvidas que o primeiro passo neste momento é o de indigitar Pedro Passos Coelho como primeiro-ministro, enquanto líder da coligação vencedora das eleições Legislativas. Paulo Portas criticou ainda António Costa por considerar “o voto do povo um detalhe e considerar o parlamento de Portugal uma formalidade".
Depois da reunião com o Presidente da República, Paulo Portas falou aos jornalistas, na mais curta declaração dos líderes partidários que esta terça-feira foram recebidos em audiência por Cavaco Silva.
Poucos minutos para reafirmar o que ao início da tarde Pedro Passos Coelho já tinha dito: que deve ser o líder da coligação a ser chamado para formar governo. Mas tempo sobretudo para atacar o secretário-geral dos socialistas.
"É absolutamente extraordinário ver um líder político à procura da sua sobrevivência considerar o voto do povo um detalhe e considerar o parlamento de Portugal uma formalidade", afirmou o presidente do CDS-PP, falando da busca de compromissos por parte da coligação junto do PS.
Para Paulo Portas, no dia 4 de outubro "o povo português livre e democraticamente" fez a sua escolha e que “a coligação PSD/CDS-PP venceu e o PS perdeu”.
“O Povo disse com clareza que a coligação deveria governar”, afirmou Paulo Portas, sustentando que os resultados implicam "para todos os agentes políticos um grande sentido de responsabilidade e um grande sentido de Estado".
Paulo Portas foi o último líder partidário a ser recebido esta terça-feira pelo Presidente da República, na ronda de audiências aos partidos com vista à indigitação do primeiro-ministro. Hoje foram ouvidos PSD, PS, Bloco de Esquerda e CDS-PP.
A ronda termina na quarta-feira com os encontros com as delegações do PCP (10h30), Partido Ecologista "Os Verdes" (11h30) e PAN - Pessoas-Animais-Natureza (12h30).
Nas eleições de 4 de outubro, a coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP) perdeu a maioria absoluta e obteve 107 mandatos (89 do PSD e 18 do CDS-PP). O PS elegeu 86 deputados, o BE 19, a CDU 17 (dois do PEV e 15 do PCP) e o PAN elegeu um deputado.
Poucos minutos para reafirmar o que ao início da tarde Pedro Passos Coelho já tinha dito: que deve ser o líder da coligação a ser chamado para formar governo. Mas tempo sobretudo para atacar o secretário-geral dos socialistas.
"É absolutamente extraordinário ver um líder político à procura da sua sobrevivência considerar o voto do povo um detalhe e considerar o parlamento de Portugal uma formalidade", afirmou o presidente do CDS-PP, falando da busca de compromissos por parte da coligação junto do PS.
Para Paulo Portas, no dia 4 de outubro "o povo português livre e democraticamente" fez a sua escolha e que “a coligação PSD/CDS-PP venceu e o PS perdeu”.
“O Povo disse com clareza que a coligação deveria governar”, afirmou Paulo Portas, sustentando que os resultados implicam "para todos os agentes políticos um grande sentido de responsabilidade e um grande sentido de Estado".
Paulo Portas foi o último líder partidário a ser recebido esta terça-feira pelo Presidente da República, na ronda de audiências aos partidos com vista à indigitação do primeiro-ministro. Hoje foram ouvidos PSD, PS, Bloco de Esquerda e CDS-PP.
A ronda termina na quarta-feira com os encontros com as delegações do PCP (10h30), Partido Ecologista "Os Verdes" (11h30) e PAN - Pessoas-Animais-Natureza (12h30).
Nas eleições de 4 de outubro, a coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP) perdeu a maioria absoluta e obteve 107 mandatos (89 do PSD e 18 do CDS-PP). O PS elegeu 86 deputados, o BE 19, a CDU 17 (dois do PEV e 15 do PCP) e o PAN elegeu um deputado.