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"Portas giratórias". Um em cada quatro governantes portugueses saiu da política para grandes empresas

"Portas giratórias". Um em cada quatro governantes portugueses saiu da política para grandes empresas

Um em cada quatro governantes que passaram pelos Governos de Portugal integrou, a seguir, os corpos sociais de grandes empresas ou bancos, mesmo sem ter qualquer experiência empresarial. O movimento conhecido como "portas giratórias" alarga-se às entidades reguladoras onde os ordenados são bem mais apetecíveis dos que os de um ministro ou deputado. A Prova dos Factos da RTP mostra como a política serviu de trampolim para dezenas de governantes.

RTP /
Dos aparelhos partidários para o Governo, do Governo para as administrações das grandes empresas privadas ou públicas, para os bancos ou para as entidades reguladoras. Muitas vezes, voltam aos Executivos e, à saída, nova empresa e mais um cargo de administração.

O movimento é conhecido pela metáfora das "portas giratórias": o capital político gera conhecimentos, lugares e, acima de tudo, dinheiro.
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