Política
PS pede audição urgente de Fernando Alexandre sobre alunos sem vagas nas escolas
O PS pediu hoje a audição parlamentar urgente do ministro da Educação para dar explicações sobre os alunos sem vagas nas escolas, considerando que esta é uma "situação grave" e que os responsáveis políticos "têm de ser responsabilizados".
"Chegamos ao princípio do ano letivo com uma situação inédita em décadas que é a de pelo menos mais de mil alunos, na área de Lisboa em particular, mas também com focos noutros pontos do país, sem colocação na escola. Do nosso ponto de vista, isto é grave, tem de ser explicado", criticou, em declarações à agência Lusa, o deputado e dirigente do PS Miguel Cabrita.
De acordo com os socialistas, Fernando Alexandre tem de explicar no parlamento "quantos alunos exatamente estavam nesta circunstância", sendo preciso "perceber o que é que aconteceu para que não tivesse existido a devida preparação do ano letivo".
"A fasquia está tão baixa e querem vender-nos a ideia de que isto é normal e aceitável ou que se deve a uma circunstância qualquer extraordinária que não está demonstrada, mas os responsáveis políticos têm mesmo que ser responsabilizados e não podem, permanentemente, procurar esconder-se atrás ou das escolas, ou dos diretores, ou de algum acontecimento extraordinário que não está demonstrado que tenha existido", condenou.
Miguel Cabrita considerou que o ministro da Educação "tem sido pródigo em arranjar responsáveis e explicações que nunca o envolvem ele próprio nem as suas ações ou inações".
"Mas os portugueses, as famílias, merecem mesmo uma explicação sobre o que é que aconteceu agora com o início do ano letivo e porquê mais de um milhar, pelo menos, de alunos começa o ano letivo sem ter uma escola onde estudar", disse, justificando assim o pedido de audição parlamentar urgente.
A expectativa do PS, de acordo com o deputado, é que este requerimento seja aprovado e Fernando Alexandre seja ouvido na Assembleia da República porque "são necessárias explicações muito claras sobre o número de famílias e de jovens que são afetados" e também "sobre o que é que terá acontecido para explicar mais um problema desta dimensão do Ministério da Educação", que compromete "também a própria credibilidade do sistema educativo e da escola pública".
O ministro da Educação disse na sexta-feira que surgiram mais de uma centena de novos processos de alunos para colocar nas escolas públicas, garantindo que "estão todos a ser colocados", e que a falta de professores está a ser revolvida.
Uma semana após o arranque do ano letivo, depois de vários pais denunciarem a inexistência de vagas nas escolas públicas para os seus filhos, Fernando Alexandre garantiu que "os alunos estão a ser todos colocados", sublinhando que "todos os dias aparecem (novos casos) infelizmente".
De acordo com os socialistas, Fernando Alexandre tem de explicar no parlamento "quantos alunos exatamente estavam nesta circunstância", sendo preciso "perceber o que é que aconteceu para que não tivesse existido a devida preparação do ano letivo".
"A fasquia está tão baixa e querem vender-nos a ideia de que isto é normal e aceitável ou que se deve a uma circunstância qualquer extraordinária que não está demonstrada, mas os responsáveis políticos têm mesmo que ser responsabilizados e não podem, permanentemente, procurar esconder-se atrás ou das escolas, ou dos diretores, ou de algum acontecimento extraordinário que não está demonstrado que tenha existido", condenou.
Miguel Cabrita considerou que o ministro da Educação "tem sido pródigo em arranjar responsáveis e explicações que nunca o envolvem ele próprio nem as suas ações ou inações".
"Mas os portugueses, as famílias, merecem mesmo uma explicação sobre o que é que aconteceu agora com o início do ano letivo e porquê mais de um milhar, pelo menos, de alunos começa o ano letivo sem ter uma escola onde estudar", disse, justificando assim o pedido de audição parlamentar urgente.
A expectativa do PS, de acordo com o deputado, é que este requerimento seja aprovado e Fernando Alexandre seja ouvido na Assembleia da República porque "são necessárias explicações muito claras sobre o número de famílias e de jovens que são afetados" e também "sobre o que é que terá acontecido para explicar mais um problema desta dimensão do Ministério da Educação", que compromete "também a própria credibilidade do sistema educativo e da escola pública".
O ministro da Educação disse na sexta-feira que surgiram mais de uma centena de novos processos de alunos para colocar nas escolas públicas, garantindo que "estão todos a ser colocados", e que a falta de professores está a ser revolvida.
Uma semana após o arranque do ano letivo, depois de vários pais denunciarem a inexistência de vagas nas escolas públicas para os seus filhos, Fernando Alexandre garantiu que "os alunos estão a ser todos colocados", sublinhando que "todos os dias aparecem (novos casos) infelizmente".