Política
PS questiona Carlos Moedas após permissão da CML de “cerco” à sede do partido
Falando em “manifestação contrária à lei”, o PS Lisboa questiona num comunicado que “diligências” foram tomadas pela Câmara de Lisboa na autorização à iniciativa do Chega. Os socialistas falam de “um ‘cerco’ à sede de um partido político reminiscente de atividades políticas de há 50 anos” e chamam o presidente Carlos Moedas a explicar a sua posição.
Na sua leitura da legislação, sublinham os socialistas que “a lei não permite a organização de ‘cercos’ [já que] qualquer atividade com este propósito impede direitos consagrados, como o de circulação, e em frente a uma sede partidária, o de livre associação”.
O PS questiona assim o presidente da câmara da capital, Carlos Moedas, sobre a avaliação que o autarca fez da ocupação de um espaço público, “um ‘cerco’ à sede de um partido político (…) reminiscente de atividades políticas que não víamos em Portugal há quase 50 anos e cujo clima de instigação e violência política não são aceitáveis em democracias consolidadas”.
A manifestação convocada pelo Chega juntava ao início da tarde uma centena de pessoas no Largo do Rato, a escassos metros do edifício da sede nacional do Partido Socialista.
Quando o presidente do Chega, André Ventura, chegou ao local, faltavam poucos minutos para as 16:00, a agitação aumentou, com gritos: "Direita só há uma, a do Chega e mais nenhuma".
Na quinta-feira, o presidente e deputado do Chega afirmou que o objetivo da manifestação seria "fazer um cerco à sede do PS para mostrar a indignação à forma como tem governado o país". Ventura acrescentou ter-se reunido com as forças policiais e a Câmara Municipal de Lisboa, esperando "uma manifestação ordeira e pacífica".
O PS questiona assim o presidente da câmara da capital, Carlos Moedas, sobre a avaliação que o autarca fez da ocupação de um espaço público, “um ‘cerco’ à sede de um partido político (…) reminiscente de atividades políticas que não víamos em Portugal há quase 50 anos e cujo clima de instigação e violência política não são aceitáveis em democracias consolidadas”.
No comunicado que chegou às redações, os socialistas apontam elementos contrários fornecidos pela autarquia relativamente ao processo de autorização do evento, sublinhando que “até ao momento os esclarecimentos prestados pela Câmara Municipal de Lisboa são insuficientes – primeiro que não tinha sido informada da organização do ‘cerco à sede PS’, para, depois do Chega mostrar a comunicação à autarquia, confirmar que afinal tinha sido. Desde aí a CML remeteu-se ao silêncio, descartando responsabilidades”.
A manifestação convocada pelo Chega juntava ao início da tarde uma centena de pessoas no Largo do Rato, a escassos metros do edifício da sede nacional do Partido Socialista.
Quando o presidente do Chega, André Ventura, chegou ao local, faltavam poucos minutos para as 16:00, a agitação aumentou, com gritos: "Direita só há uma, a do Chega e mais nenhuma".
Na quinta-feira, o presidente e deputado do Chega afirmou que o objetivo da manifestação seria "fazer um cerco à sede do PS para mostrar a indignação à forma como tem governado o país". Ventura acrescentou ter-se reunido com as forças policiais e a Câmara Municipal de Lisboa, esperando "uma manifestação ordeira e pacífica".
c/ Lusa