Seguro admite estar "preocupado" com a ideia de que "não vale a pena ir votar" e pede mobilização para portugueses terem "uma alegria" e não um "pesadelo"

Seguro admite estar "preocupado" com a ideia de que "não vale a pena ir votar" e pede mobilização para portugueses terem "uma alegria" e não um "pesadelo"

Num dia dedicado a visitar concelhos do interior, António José Seguro esteve esta segunda-feira em Elvas, em Campo Maior e terminou o dia com um comício à noite, no centro de Portalegre.

Inês Ameixa /
E no arranque da derradeira semana, antes das eleições para a segunda volta das presidenciais, o candidato renova o discurso, já não tão centrado nas regiões afectadas pela tempestade Kristin.

No Centro de Artes e Espectáculo de Portalegre, António José Seguro trouxe uma mensagem política clara: quer mobilização no dia 8 de Fevereiro. Diz estar "preocupado" com a ideia de que "não vale a pena ir votar". Não são as sondagens que decidem, mas sim os portugueses, insiste o socialista, que acrescenta: "Tenho a certeza de que toda a gente quer ter uma alegria e não um pesadelo no próximo domingo. E para terem uma alegria temos de ir votar todos e mobilizar toda a gente".

Seguro garante que nunca houve uma eleição em que fosse tão fácil decidir e sublinha que está em causa a escolha de um perfil: entre "quem semeia o ódio e a divisão", em referência ao adversário na corrida, André Ventura, e quem quer unir os portugueses, alguém "moderado", diz.

A caravana segue, com António José Seguro a arrancar a manhã desta terça-feira em Proença-a-Nova, já no distrito de Castelo Branco, região também foi afectada pelo mau tempo.
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