Seguro satisfeito com "saída limpa", mas alertando que sacrifícios continuam
O secretário-geral do PS reiterou que sempre quis uma saída limpa, ou seja o regresso aos mercados sem quaisquer condições. Mas, acrescentou, "na mesma semana em que o Governo dispensa a ajuda para regressar aos mercados financeiros, os portugueses ficaram a saber que o IVA vai aumentar, que vão pagar mais TSU, que vai haver mais despedimentos na função pública". Segundo Seguro, "os portugueses estão pior do que há três anos. O programa acaba mas a austeridade e os sacrifícios continuam". Do ponto de visto do PS, a decisão deve-se essencialmente a taxas de juro baixas, que não têm que ver com a situação da economia. A almofada financeira sai cara e é paga nos impostos.