Política
Ventura espera que Aguiar-Branco não queira transformar-se num "bloqueio à transparência"
O presidente do Chega não concorda com o presidente da Assembleia da República, que avisou que vai rejeitar a comissão parlamentar de inquérito a Luís Neves caso o partido não altere os fundamentos e os objetos invocados.
José Pedro Aguiar-Branco pediu alterações ao texto da comissão parlamentar de inquérito sobre a ação do ministro da Administração Interna, considerando que a delimitação do objeto e dos fundamentos são insuficientes.
O presidente do Chega discorda, afirmando que é preciso “garantir que há uma análise global à imparcialidade e à boa gestão de Luís Neves e de que não houve interferência e influência política nestas decisões”. “E isso só se pode fazer com um objeto de uma CPI suficientemente lato”, declarou.
“Espero que Aguiar-Branco não se arvore em bloqueio à transparência”, disse André Ventura. “Parece querer limitar as possibilidades de inquirição à responsabilidade política das tutelas do órgão e do Governo”, acrescentou.
Ventura garante que o Chega “procurará consensualizar este texto”, mas coloca uma exigência: “que não restrinjam de tal modo, que na verdade não sirva para nada”.
Aguiar Branco entende, por exemplo, que é necessário especificar quais os atos e decisões de Luís Neves enquanto diretor nacional da PJ que são alvo desta comissão de inquérito, já que não se pode analisar tudo o que fez ao longo de oito anos.
Nessa linha, considera também que é necessário delimitar os contratos da sociedade ConstruBarcelos celebrados com o atual ministro da Administração Interna.
Aguiar Branco pede ainda ao partido de André Ventura que exclua do requerimento apreciações sobre decisões do Ministério Público.
O presidente do Chega discorda, afirmando que é preciso “garantir que há uma análise global à imparcialidade e à boa gestão de Luís Neves e de que não houve interferência e influência política nestas decisões”. “E isso só se pode fazer com um objeto de uma CPI suficientemente lato”, declarou.
“Espero que Aguiar-Branco não se arvore em bloqueio à transparência”, disse André Ventura. “Parece querer limitar as possibilidades de inquirição à responsabilidade política das tutelas do órgão e do Governo”, acrescentou.
Ventura garante que o Chega “procurará consensualizar este texto”, mas coloca uma exigência: “que não restrinjam de tal modo, que na verdade não sirva para nada”.
Aguiar Branco entende, por exemplo, que é necessário especificar quais os atos e decisões de Luís Neves enquanto diretor nacional da PJ que são alvo desta comissão de inquérito, já que não se pode analisar tudo o que fez ao longo de oito anos.
Nessa linha, considera também que é necessário delimitar os contratos da sociedade ConstruBarcelos celebrados com o atual ministro da Administração Interna.
Aguiar Branco pede ainda ao partido de André Ventura que exclua do requerimento apreciações sobre decisões do Ministério Público.