Ventura: "nós somos o tsunami deste país"

André Ventura terminou o primeiro dia de campanha oficial para as eleições presidenciais de 18 de janeiro em Castro Verde, distrito de Beja.

Nuno Amaral /

Foto: Nuno Amaral

O candidato presidencial e líder do Chega falou do Portugal esquecido pela classe política e repetiu a promessa que já tinha tentado, em vão, incluir no Orçamento do Estado, sobre as verbas para a construção de mesquitas. 

"Se for eleito não haverá um cêntimo para mesquitas em Portugal nem para nada que seja contra os nossos valores fundamentais", disse.   

André Ventura disse ainda que o partido é um tornado, um tsunami, contra o sistema político que, no seu entender, está todo contra ele. 

Antes, a caravana do candidato esteve em Silves, no Algarve. Numa arruada, Ventura criticou Luís Montenegro, dizendo que o primeiro-ministro não devia ter entrado na campanha e que ao fazê-lo mostra estar com medo. Para André Ventura, Montenegro quer manobrar o futuro Presidente da República.
Ventura expressou ainda o desejo de ficar na história como o homem que acabou com a corrupção em Portugal. 
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