Instituto Português do Sangue nega despedimentos no Centro de Sangue e da Transplantação de Coimbra

O Instituto Português do Sangue e da Transplantação garante que as mudanças que vão ser feitas no Centro de Sangue e da Transplantação de Coimbra não implicam despedimentos entre os mais de 200 funcionários. Uma das alterações é que os serviços ligados à transplantação que estavam nas instalações do Centro Hospitalar de Coimbra passam para o edifício onde até agora funcionava o Centro de Sangue e da Transplantação de Coimbra.

Miguel Soares /

Foto: Vasily Fedosenko/Reuters

Em declarações à jornalista da Antena1 Arlinda Brandão, a vice-presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação assegura que “a única coisa que aqui muda e que é importante – porque é um ganho em termos funcionais e de localização – é que a transplantação vai alojar-se naquele edifício nobre e novo e fantástico que ali está na Quinta da Vinha Moura”.

As análises às colheitas de sangue passam a ser feitas no Porto, mas Gracinda Sousa esclarece que os funcionários que faziam esse trabalho em Coimbra “vão fazer as outras funções que têm, que são muitas”. “Têm que fazer o processamento do sangue”, explica.

A vice-presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação responde ainda às críticas sobre a deslocalização das análises às colheitas do sangue de Coimbra para o Porto, afirmando que é o que já acontece em Lisboa, visto que o sangue é enviado da capital para a Invicta.

Quanto à possibilidade de o trabalho de recolha das brigadas do Centro de Sangue e da Transplantação de Coimbra passarem a ser feitas por unidades hospitalares ou por empresas privadas, Gracinda Sousa afasta os dois cenários e frisa que as brigadas do Centro de Sangue e da Transplantação de Coimbra é que vão continuar a fazer esse trabalho.

(com Sandra Henriques)
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