Saúde
O preço dos medicamentos vai desaparecer das embalagens
O preço de venda ao público dos medicamentos vai deixar de constar nas embalagens do medicamentos que são comparticipados. A Associação Nacional de Farmácias critica a medida por impedir o utente de comparar os preços e assim poder optar pelo mais barato.
O Ministério da Saúde diz que o acesso aos tratamentos fica facilitado, mas a Associação Nacional de Farmácias defende a suspensão da medida.
A impressão do preço vai deixar de ser obrigatória nos medicamentos que são comparticipados. Aliás, de acordo com o Ministério liderado por Ana Jorge esta impressão já não servia para nada uma vez que o preço de venda ao público que constava da embalagem já não correspondia ao preço pago pelo utente, preço que depende do regime do doente e do escalão de comparticipação.
Os responsáveis políticos pela saúde em Portugal garantem que não vai haver liberalização dos preços mas a Associação Nacional de Farmácias contrapõe que “a concorrência entre laboratórios será menor e a opção dos doentes pelo mais barato será mais difícil”.
O Ministério argumenta que a indicação do preço não é necessária, e que tem obrigado a inúteis remarcações de preços, referindo a altura em que o IVA aumentou de 5 para 6%, que levou a retirar milhões de embalagens do mercado para que actualizar os preços.
O Ministério sublinha que a norma só vai ser aplicada aos fármacos comparticipados. De qualquer forma não se poderá dizer que o preço de venda ao público do medicamento não constará na embalagem. Ele aparecerá no código de barras colado no exterior do pacote. O doente poderá consultar esse preço ou no site da Infarmed, ou por informação do farmacêutico que poderá sempre ler o código de barras ou então através da factura emitida após a venda.
A impressão do preço vai deixar de ser obrigatória nos medicamentos que são comparticipados. Aliás, de acordo com o Ministério liderado por Ana Jorge esta impressão já não servia para nada uma vez que o preço de venda ao público que constava da embalagem já não correspondia ao preço pago pelo utente, preço que depende do regime do doente e do escalão de comparticipação.
Os responsáveis políticos pela saúde em Portugal garantem que não vai haver liberalização dos preços mas a Associação Nacional de Farmácias contrapõe que “a concorrência entre laboratórios será menor e a opção dos doentes pelo mais barato será mais difícil”.
O Ministério argumenta que a indicação do preço não é necessária, e que tem obrigado a inúteis remarcações de preços, referindo a altura em que o IVA aumentou de 5 para 6%, que levou a retirar milhões de embalagens do mercado para que actualizar os preços.
O Ministério sublinha que a norma só vai ser aplicada aos fármacos comparticipados. De qualquer forma não se poderá dizer que o preço de venda ao público do medicamento não constará na embalagem. Ele aparecerá no código de barras colado no exterior do pacote. O doente poderá consultar esse preço ou no site da Infarmed, ou por informação do farmacêutico que poderá sempre ler o código de barras ou então através da factura emitida após a venda.