Residências e apoio domiciliário para doentes graves arrancam em todo o país em experiência piloto

Lisboa, 09 out (Lusa) -- Residências, equipas de apoio domiciliário e unidades sócio ocupacionais para doentes mentais graves vão arrancar em todo o país em experiências piloto inseridas nos Cuidados Continuados Integrados de Saúde Mental, avançou à Lusa o coordenador do projeto.

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A integração das pessoas com doença mental grave é o objetivo da Rede de Cuidados Continuados Integrados de Saúde Mental, que inclui unidades residenciais, unidades sócio ocupacionais e equipas de apoio domiciliário que se articulam com os serviços locais de saúde mental.

Os protocolos de intenção de implementação das primeiras experiências piloto vão ser assinados na segunda feira numa sessão de comemoração do Dia Mundial de Saúde Mental, adiantou o psiquiatra Álvaro Andrade de Carvalho, coordenador da recém nomeada Equipa de Projeto de Cuidados Continuados Integrados de Saúde Mental (CCISM).

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