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A Bacia de John Wayne

Imagem de A Bacia de John Wayne

Géneros

  • Filmes - Comédia

Informação Adicional

Uma comédia filosófica e religiosa para profanos de João César Monteiro, que continua a provocar, a reflectir e a esclarecer, com o seu inconfundível estilo

Dois actores que representam Deus e Lúcifer numa encenação do "Inferno" de Strindberg, acabam na vida real envolvidos em confronto. Um deles, Henrique, tem uma obsessão pelo peculiar estilo do andar de John Wayne. O outro, que fazia de Lúcifer, era também o encenador ilosófico, sobretudo depois de conhecerem um autor chamado Deus que tem planos para encenar outra peça com os dois.

João César Monteiro, escreveu e realizou em 1997 esta comédia de jogos, citações e reflexões que vão da criação do Mundo à peculiar forma de andar de John Wayne, que dá título ao filme. Monteiro, como sempre, provoca, satiriza e ataca em várias direcções num filme a duas línguas, francês e português, que entre o Inferno e o Paraíso se assume, nas suas palavras, como uma comédia filosófica e religiosa para profanos. Irredutível, excessivo e imprevisível, Monteiro, continua a filmar o que lhe apetece, como lhe apetece e quando lhe apetece, com a lucidez de um marginal esclarecido disposto a elucidar o Mundo com a sua visão das coisas.

Ficha Técnica

Título Original
Le Bassin De John Wayne
Intérpretes
Hugues Quester, Pierre Clémenti, Joana Azevedo, Jean Watan, João César Monteiro, Manuela de Freitas, Graziella Delerm.
Realização
João César Monteiro
Produção
José Mazeda, Frédéric Sichler e Daniel Toscan du Plantier
Autoria
João César Monteiro
Música
Mendelssohn, Prokofiev, Rossini, Strauss, Verdi, Vivaldi, Wagner e Jacques Brel
Ano
1997
Duração
141m (cor) minutos