Investigadores portugueses em Itália para avaliar danos em Amatrice

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Investigadores portugueses em Itália para avaliar danos em Amatrice

Foto: Reuters

Um grupo de investigadores portugueses do Instituto Superior Técnico e do Instituto Politécnico de Setúbal está em Itália para avaliar dados do sismo de agosto e acabou por sentir os abalos desta quarta-feira.

Em delcarações à Antena 1, Mário Lopes, um dos membros deste grupo de investigadores, não esperava que se sentissem réplicas tão fortes, dois meses depois do forte sismo que abalou o centro de Itália.

O especialista diz que "é provável" que estes dois sismos estejam ligados ao sismo de agosto, já que sucederam "no mesmo sistema de falhas" e no seguimento de várias réplicas de fraca intensidade.

Em direto para o programa 360º, o professor esclareceu que o grupo de investigadores está a sul do epicentro dos dois sismos, na cidade de Rieti. 


“Sentimos os edifícios a vibrar e inclusive sentimos o chão, o pavimento de madeira, a ranger”, testemunhou Mário Lopes.

O grupo de investigadores encontra-se em Itália no âmbito de um projeto de investigação apoiado pela União Europeia sobre a divulgação do problema sísimico e quais as melhores formas de evitar consequências.

Os investigadores vão visitar esta quinta-feira a zona vermelha de operações em Amatrice e estudar o caso de Itália com outros especialistas europeus.  

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