Autárquicas 2017: Projeções da Universidade Católica

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O candidato socialista Fernando Medina deverá conquistar a Câmara de Lisboa com uma maioria de 43-47 por cento, de acordo com a projeção da Universidade Católica para a RTP. No Porto, o independente Rui Moreira assegura a continuidade à frente da Câmara do Porto com uma votação de 43 a 48 por cento. Ambos os candidatos têm forte perspectiva de maiorias absolutas.

Na projeção para Lisboa, em segundo lugar fica Assunção Cristas (18-21%), com a candidata do CDS-PP a relegar a social-democrata Teresa Leal Coelho para terceiro lugar (9-11) empatada com a CDU. BE surge na última posição com 7-9 por cento.

Em termos de mandatos, o PS de Medina assegura entre 8 e 10 lugares, sendo que a maioria absoluta na capital chega com nove mandatos. Nesta perspectiva, os socialistas têm boas perspectivas de uma maioria absoluta na Câmara de Lisboa.



Assunção Cristas terá entre três e quatro mandatos. Leal Coelho, empatada com a CDU, terá dois mandatos. O BE pode perspetivar um a dois lugares.
Rui Moreira arrasa eleição no Porto
O independente Rui Moreira garante no Porto entre 43 e 48 por cento, para seis a oito vereadores. A maioria na Invicta é atingida com sete mandatos. Manuel Pizarro, o candidato socialista, fica-se pelos 28-31%, com quatro a cinco lugares.



Em terceiro lugar, vem o PSD (8-10%) com um mandato. Logo após, CDU (6-8%) e BE (5-7%), com possibilidade de garantir um mandato.
Isaltino rouba Oeiras a Paulo Vistas
Isaltino Morais avançou com uma candidatura independente a Oeiras e bateu aquele que já foi o seu delfim - Paulo Vistas - com números que podem significar a maioria absoluta: 42 a 46 por cento e cinco a seis mandatos, numa autarquia que tem um total de 11 vereadores.



Paulo Vistas fica-se pelos 13-15 por cento e dois mandatos garantidos. A CDU e o PS surgem empatados (8-10%) com um mandato cada.
Manuel Machado mantém Câmara de Coimbra
O socialista Manuel Machado vai continuar a comandar os destinos da autarquia de Coimbra, depois de garantir entre 32 e 36 por cento da votação, que dão quatro ou cinco vereadores. Manuel Machado fica, no entanto, aquém dos seis mandatos necessários para uma maioria absoluta.



Logo após, surge o movimento “Mais Coimbra” de Jaime Ramos com 26-29%, para dois a três vereadores. O Movimento “Somos Coimbra” tem 16 a 19 por cento, para dois mandatos assegurados; “Cidadãos por Coimbra” (8-10%) e CDU (7-9%) garantem um vereador cada.

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