Festival de teatro universitário de Lisboa com 25 grupos de Portugal, Brasil e Espanha

| Cultura

Vinte cinco peças de teatro, encenadas por outras tantas companhias de diferentes instituições universitárias de Portugal, Brasil e Espanha, fazem a 18.ª edição do Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa (FATAL), que abre na terça-feira.

Na edição deste ano, que se estende até 13 de maio, há doze peças em competição, outras quatro integradas na secção Mais FATAL, não competitiva, e nove na secção FATAL Convida, que envolve apresentações de grupos de universidades portuguesas, espanholas e brasileiras.

A competição abre na quarta-feira com "As cousas", de Leonor Barata, pelo Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra (CITAC), numa criação conjunta de Leonor Barata e Jorge Loureiro.

Seguem-se, nesta secção, "A tentação", de Susana Vidal, que também encena, pelo Novo Núcleo de Teatro (NNT), da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, "Amígdala", uma encenação de Cláudio Vidal, pelo Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra (TEUC), e "Revolução, segundo Marat-Sade", de Peter Weiss, pelo Teatro Académico da Universidade de Lisboa (UL), numa encenação de Júlio Martin da Fonseca.

Ainda em competição, subirão a cena "Uma conversa (breve) contemporânea", peça encenada e escrita por A. Branco, pela FC - Acto da Faculdade de Ciências da UL, e "Freak show", pelo Tutra, Teatro Universitário da Universidade de Trás-os-Montes.

O ArTec, da Faculdade de Letras da UL, interpretará "Fernando... em Pessoa", de Fernando Pessoa, com encenação de Marcantónio Del Carlo, sucedendo-se "Ecos", pelo grupo Ultimacto da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, da UL, e "O maluquinho de Arroios", pelo mISCuTem, grupo de teatro do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa/Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE/IUL).

A secção competitiva fica completa com "Morrer ou não morrer", pelo GTN - Grupo de Teatro da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, "Imagens e Reflexos", a partir de Jean Genet, pelo GTL - Grupo de Teatro de Letras, e "Ama como a estrada começa", pelo Grupo de Teatro do Instituto Superior Técnico.

No mais FATAL, o público poderá assistir às peças "Q`azar contigo", criação coletiva do Catarse, grupo da faculdade de Medicina da UL, "Pode passar a vida toda", pelo Tubo de Ensaio, da Faculdade de Farmácia, "O mercador de Veneza", de Shakespeare, pelo Noster da Universidade Católica, e "Júlia", a partir de Strindberg, com encenação de Jorge Fraga, pelo Teatro da Academia, do Instituto Politécnico de Viseu.

A rubrica FATAL Convida, vão estar em cena as peças "112 O jantar está mesmo quase", criação do Coletivo 112 da Escola Superior de Teatro e Cinema, "Todas as memórias do ator que interpreta o rei Ricardo II", pela Recycling Performance Factory (La Fábrica de Reciclaje del Performance), de Málaga, e "Amor e informação", de Caryl Churchill, pela Katharsis, pelo Grupo de Medicina de Madrid.

As companhias convidadas envolvem ainda o grupo do Mestrado em Teatro da Universidade de Évora, na peça "Ensaio para o fim", o Grupo de Teatro dos Funcionários da UL, em "Oxigénio", de Carl Djerassi e Ronald Hoffmann, o grupo da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em "Lisboa e outros títulos aleatórios", de Gabriella Giffosi, a Mala Estirpe, da Universidade de Castilla-La Mancha, em "Lorca", o grupo da Universidade de Vigo, em "A última cornija do mundo", de Alessandro Baricco Maricastaña, e o GEFAC da Universidade de Coimbra, em "De novo mar".

As representações deste ano do FATAL decorrem no Espaço Gaivotas, rua das Gaivotas 6, a Santa Catarina/Cais do Sodré, no auditório do refeitório I dos Serviços Sociais da UL (Cantina Velha), na Faculdade de Farmácia, no Teatro da Comuna, no Caleidoscópio, no bar novo da Faculdade de Letras da UL e na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Tópicos:

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