Economia
ANTRAM e Lino acreditam em solução durante a semana
No dia em que o país assistiu à paralisação dos transportadores rodoviários, ANTRAM e Governo reuniram-se e admitiram que uma solução para o problema dos combustíveis é possível até final da semana.
No final da reunião que teve lugar no Ministério dos Transportes, o ministro Mário Lino respondeu às questões dos jornalistas com uma certeza: "Dentro de muito poucos dias teremos um pacote de medidas que contribuirão muito para que o impacto do aumento do preço dos combustíveis seja reduzido".
O anúncio de Mário Lino foi secundado pelo presidente da ANTRAM (Associação de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias); António Mousinho referiu terem sido dados "passos firmes e muito concretos nos vários dossiers". "Esperamos até ao final da semana concluir esta negociação", disse.
Assegurando que está a dar frutos o trabalho desenvolvido ao longo de várias reuniões mantidas desde a semana passada pela associação com o Ministério da tutela, António Mousinho lembrou que a direcção da ANTRAM "desde há vários meses que tem vindo a apesentar ao Governo uma série de dossiers para minimizar estes impactos (da subida do preço dos combustíveis)".
Mário Lino sublinha empenho de ambos os lados
Anunciando novas reuniões para quarta e quinta-feira, Mário Lino reafirmou também que ambas as partes estão determinadas em encontrar uma solução para o problema.
"Estamos a discutir o pacote de medidas. Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para minimizar o impacto do aumento dos preços dos combustíveis no sector", assegurou o ministro dos Transportes.
"Hoje avançámos bastante", congratulou-se Mário Lino, para logo de seguida, interrogado sobre a eventual criação do gasóleo comercial para o sector, se escusar a responder aos jornalistas, apenas acrescentando a determinação do Governo em fazer tudo para minimizar os impactos do aumento dos combustíveis.
Lino condena paralisação
O ministro dos Transportes sublinhou a "forma séria" como estão a decorrer as negociações e "o papel altamente construtivo da ANTRAM na busca de uma solução" para, ao ser questionado sobre os protestos que hoje pararam dezenas de milhar de camiões por todo o país, condenar o comportamento dos empresários que se associaram ao protesto.
"Não me parece que convencer terceiros com pedradas e impedimentos seja solução para alguma coisa, é mais uma dificuldade", sublinhou Mário Lino.
A ANTRAM, que se manteve à margem do protesto, entre outras reivindicações levou para a negociação com o Governo o desejo da criação do gasóleo profissional, com equiparação de preços Portugal/Espanha e uma diferenciação positiva fiscal.
Tensão no Carregado obriga a intervenção da GNR
Durante a tarde, os ânimos exaltaram-se em alguns parques a Norte de Lisboa, levando a desentendimentos entre os piquetes de greve e camionistas que não se deixavam convencer das razões para pararem os seus veículos.
Relatos no local referiam acções visando inutilizar os depósitos de combustível e os pneus dos camiões, bem como o apedrejamento de algumas viaturas.
A situação obrigou à intervenção da GNR, que acabaria por realizar várias identificações entre os camionistas parados entre Aveiras de Cima e Carregado.
A tensão que se verificava na zona obrigou a Guarda a destacar para o local reforços de reserva da Brigada Territorial 2 e da unidade de intervenção do Regimento de Infantaria.
(Saiba mais sobre a paralisação dos camionistas nos artigos abaixo relacionados)
O anúncio de Mário Lino foi secundado pelo presidente da ANTRAM (Associação de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias); António Mousinho referiu terem sido dados "passos firmes e muito concretos nos vários dossiers". "Esperamos até ao final da semana concluir esta negociação", disse.
Assegurando que está a dar frutos o trabalho desenvolvido ao longo de várias reuniões mantidas desde a semana passada pela associação com o Ministério da tutela, António Mousinho lembrou que a direcção da ANTRAM "desde há vários meses que tem vindo a apesentar ao Governo uma série de dossiers para minimizar estes impactos (da subida do preço dos combustíveis)".
Mário Lino sublinha empenho de ambos os lados
Anunciando novas reuniões para quarta e quinta-feira, Mário Lino reafirmou também que ambas as partes estão determinadas em encontrar uma solução para o problema.
"Estamos a discutir o pacote de medidas. Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para minimizar o impacto do aumento dos preços dos combustíveis no sector", assegurou o ministro dos Transportes.
"Hoje avançámos bastante", congratulou-se Mário Lino, para logo de seguida, interrogado sobre a eventual criação do gasóleo comercial para o sector, se escusar a responder aos jornalistas, apenas acrescentando a determinação do Governo em fazer tudo para minimizar os impactos do aumento dos combustíveis.
Lino condena paralisação
O ministro dos Transportes sublinhou a "forma séria" como estão a decorrer as negociações e "o papel altamente construtivo da ANTRAM na busca de uma solução" para, ao ser questionado sobre os protestos que hoje pararam dezenas de milhar de camiões por todo o país, condenar o comportamento dos empresários que se associaram ao protesto.
"Não me parece que convencer terceiros com pedradas e impedimentos seja solução para alguma coisa, é mais uma dificuldade", sublinhou Mário Lino.
A ANTRAM, que se manteve à margem do protesto, entre outras reivindicações levou para a negociação com o Governo o desejo da criação do gasóleo profissional, com equiparação de preços Portugal/Espanha e uma diferenciação positiva fiscal.
Tensão no Carregado obriga a intervenção da GNR
Durante a tarde, os ânimos exaltaram-se em alguns parques a Norte de Lisboa, levando a desentendimentos entre os piquetes de greve e camionistas que não se deixavam convencer das razões para pararem os seus veículos.
Relatos no local referiam acções visando inutilizar os depósitos de combustível e os pneus dos camiões, bem como o apedrejamento de algumas viaturas.
A situação obrigou à intervenção da GNR, que acabaria por realizar várias identificações entre os camionistas parados entre Aveiras de Cima e Carregado.
A tensão que se verificava na zona obrigou a Guarda a destacar para o local reforços de reserva da Brigada Territorial 2 e da unidade de intervenção do Regimento de Infantaria.
(Saiba mais sobre a paralisação dos camionistas nos artigos abaixo relacionados)