Economia
Bolsas europeias em forte baixa devido às ameaças de sobretaxas de Donald Trump
As principais bolsas europeias abriram hoje em forte queda, sentindo o impacto das ameaças de imposição de sobretaxas de Donald Trump contra vários países europeus que se opõem à sua vontade de anexar a Groenlândia.
Cerca das 9h50 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a recuar 1,06% para 607,84 pontos.
As bolsas de Paris e Frankfurt baixavam 1,40% e 1,20%, enquanto as de Madrid e Milão desvalorizavam 1,07% e 1,54%, respetivamente.
Londres era a exceção, já que descia 0,35%.
A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de abertura e negociava também em baixa, com o principal índice, o PSI, a cair 1,18% para 8.536,90 pontos, depois de na sexta-feira ter atingido um novo máximo desde janeiro de 2010, de 8.639,05 pontos.
O euro, por sua vez, valoriza-se 0,30% em relação ao dólar e está a ser negociado a 1,1629 dólares.
Donald Trump ameaçou no sábado vários países (Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia) com a imposição de novas tarifas alfandegárias até que "um acordo seja alcançado para a venda completa e integral da Groenlândia".
Esta sobretaxa, de 10%, entrará em vigor a partir de 01 de fevereiro e poderá subir para 25% em 01 de junho, disse Trump.
O Presidente norte-americano tem reiterado a intenção de os Estados Unidos assumirem o controlo da Gronelândia, "a bem ou a mal".
A Gronelândia é um território autónomo sob soberania da Dinamarca, estrategicamente localizado no Ártico, com uma população de cerca de 50 mil pessoas.
Na Europa, os mercados estão atentos nesta sessão também ao dado final da inflação de dezembro e do ano de 2025.
Na Ásia, o principal índice da Bolsa de Tóquio, o Nikkei, caiu hoje 0,65% devido à tomada de lucros dos investidores e às ameaças tarifárias dos Estados Unidos, o principal índice da Bolsa de Seul, o Kospi, ganhou 1,32%; o índice de referência da Bolsa de Xangai subiu 0,29% e o da de Shenzhen registou um ganho de 0,09%.
O Hang Seng de Hong Kong descia 1,06% pouco antes do final da sessão.
Os futuros de Nova Iorque, após terminarem na sexta-feira com leves quedas, acentuam neste momento as perdas, designadamente para 1,17% no caso do Nasdaq e para 0,72% o Dow Jones.
Depois das ameaças de Trump de impor novas tarifas à Europa se esta se opuser à aquisição da Groenlândia pelos EUA, os países afetados da UE reagiram com a possível invalidação do acordo comercial alcançado com os EUA em julho passado, além de ameaçar este país com a ativação do mecanismo anticoerção.
Os metais preciosos voltam a atuar como refúgio contra o risco geopolítico, e tanto o preço do ouro como o da prata disparavam para novos máximos históricos, com o metal dourado a aproximar-se de 4.700 dólares a onça, e a prata a superar 92,8 dólares.
O preço do ouro, historicamente considerado um ativo de refúgio em tempos de incerteza, estava hoje a avançar, com a onça a ser negociada a 4.664,47 dólares, um novo máximo de sempre.
A onça da prata também estava a subir, para 92,8095 dólares, um novo máximo de sempre.
No caso de outras matérias-primas, como o petróleo, registam quedas, que no caso do Brent, referência na Europa, são de 0,81%, para 63,32 dólares o barril, enquanto o West Texas Intermedite (WTI), referência nos EUA, cede 0,78%, para 58,088 dólares.
No mercado de dívida, os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha recuavam para 2,828%, contra 2,834% na sexta-feira.
A bitcoin cai com força, 2,43%, para 93.091,6 dólares.
As bolsas de Paris e Frankfurt baixavam 1,40% e 1,20%, enquanto as de Madrid e Milão desvalorizavam 1,07% e 1,54%, respetivamente.
Londres era a exceção, já que descia 0,35%.
A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de abertura e negociava também em baixa, com o principal índice, o PSI, a cair 1,18% para 8.536,90 pontos, depois de na sexta-feira ter atingido um novo máximo desde janeiro de 2010, de 8.639,05 pontos.
O euro, por sua vez, valoriza-se 0,30% em relação ao dólar e está a ser negociado a 1,1629 dólares.
Donald Trump ameaçou no sábado vários países (Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Reino Unido, Países Baixos e Finlândia) com a imposição de novas tarifas alfandegárias até que "um acordo seja alcançado para a venda completa e integral da Groenlândia".
Esta sobretaxa, de 10%, entrará em vigor a partir de 01 de fevereiro e poderá subir para 25% em 01 de junho, disse Trump.
O Presidente norte-americano tem reiterado a intenção de os Estados Unidos assumirem o controlo da Gronelândia, "a bem ou a mal".
A Gronelândia é um território autónomo sob soberania da Dinamarca, estrategicamente localizado no Ártico, com uma população de cerca de 50 mil pessoas.
Na Europa, os mercados estão atentos nesta sessão também ao dado final da inflação de dezembro e do ano de 2025.
Na Ásia, o principal índice da Bolsa de Tóquio, o Nikkei, caiu hoje 0,65% devido à tomada de lucros dos investidores e às ameaças tarifárias dos Estados Unidos, o principal índice da Bolsa de Seul, o Kospi, ganhou 1,32%; o índice de referência da Bolsa de Xangai subiu 0,29% e o da de Shenzhen registou um ganho de 0,09%.
O Hang Seng de Hong Kong descia 1,06% pouco antes do final da sessão.
Os futuros de Nova Iorque, após terminarem na sexta-feira com leves quedas, acentuam neste momento as perdas, designadamente para 1,17% no caso do Nasdaq e para 0,72% o Dow Jones.
Depois das ameaças de Trump de impor novas tarifas à Europa se esta se opuser à aquisição da Groenlândia pelos EUA, os países afetados da UE reagiram com a possível invalidação do acordo comercial alcançado com os EUA em julho passado, além de ameaçar este país com a ativação do mecanismo anticoerção.
Os metais preciosos voltam a atuar como refúgio contra o risco geopolítico, e tanto o preço do ouro como o da prata disparavam para novos máximos históricos, com o metal dourado a aproximar-se de 4.700 dólares a onça, e a prata a superar 92,8 dólares.
O preço do ouro, historicamente considerado um ativo de refúgio em tempos de incerteza, estava hoje a avançar, com a onça a ser negociada a 4.664,47 dólares, um novo máximo de sempre.
A onça da prata também estava a subir, para 92,8095 dólares, um novo máximo de sempre.
No caso de outras matérias-primas, como o petróleo, registam quedas, que no caso do Brent, referência na Europa, são de 0,81%, para 63,32 dólares o barril, enquanto o West Texas Intermedite (WTI), referência nos EUA, cede 0,78%, para 58,088 dólares.
No mercado de dívida, os juros da obrigação a 10 anos da Alemanha recuavam para 2,828%, contra 2,834% na sexta-feira.
A bitcoin cai com força, 2,43%, para 93.091,6 dólares.