Economia
Depois de Centeno, Nadia Calviño abandona corrida ao FMI
A ministra espanhola das Finanças, Nadia Calviño, abandonou a corrida para ser a candidata europeia à liderança do Fundo Monetário Internacional. Quinta-feira, Mário Centeno, ministro português das Finanças e presidente do Eurogrupo, também tinha retirado o seu nome. O motivo é o mesmo: um consenso entre os países da União Europeia.
"Após uma primeira votação, analisámos a situação e o presidente (Pedro Sánchez) decidiu que eu não participarei (nas restantes votações) para que possa haver o quanto antes um candidato único, um excelente candidato que mantenha a direção do FMI na Europa", esclareceu a ministra espanhola das Finanças em conferência de imprensa em Madrid.
Nadia Calviño, que falava após a conclusão do Conselho de Ministros, disse ter sido "uma honra e uma satisfação" figurar, juntamente "com pessoas de inegável valia e trajetória reconhecida", na curta lista de candidatos europeus à liderança daquela organização.
Nadia Calviño, que falava após a conclusão do Conselho de Ministros, disse ter sido "uma honra e uma satisfação" figurar, juntamente "com pessoas de inegável valia e trajetória reconhecida", na curta lista de candidatos europeus à liderança daquela organização.
“Espanha está sempre disposta a promover o consenso entre os países da União Europeia para escolher uma candidatura comum à liderança do FMI. Assim, anunciamos que o Governo aposta por alcançar um acordo europeu, sem que a ministra de Economia, Nadia Calviño, participe na fase seguinte”, avança o Palácio da Moncloa em comunicado.
O Governo espanhol “vai continuar a trabalhar para promover a gestão das organizações internacionais e considera uma honra que, qualquer um dos seus membros, possa ser considerado, agora e no futuro, como garantia ao mais alto nível”.
Os ministros das Finanças e da Economia da União Europeia estão a eleger o candidato europeu ao cargo de diretor-geral do FMI, cargo deixado vago com a saída de Christine Lagarde para a presidência do BCE.
Depois de uma primeira ronda, que terminou sem consenso, o processo está a ser repetido até ser encontrado um nome que reúna o consenso.
Com o abandono de Nadia Calviño, a candidata que reunia menos apoios, os países do sul da Europa ficam sem candidatos.
Estão agora na corrida apenas três candidatos: o holandês Jeroen Dijsselbloem, o governador do banco central finlandês, Olli Rehn, e a búlgara Kristalina Georgieva, atual número dois do Banco Mundial.
O Governo espanhol “vai continuar a trabalhar para promover a gestão das organizações internacionais e considera uma honra que, qualquer um dos seus membros, possa ser considerado, agora e no futuro, como garantia ao mais alto nível”.
Os ministros das Finanças e da Economia da União Europeia estão a eleger o candidato europeu ao cargo de diretor-geral do FMI, cargo deixado vago com a saída de Christine Lagarde para a presidência do BCE.
Depois de uma primeira ronda, que terminou sem consenso, o processo está a ser repetido até ser encontrado um nome que reúna o consenso.
Com o abandono de Nadia Calviño, a candidata que reunia menos apoios, os países do sul da Europa ficam sem candidatos.
Estão agora na corrida apenas três candidatos: o holandês Jeroen Dijsselbloem, o governador do banco central finlandês, Olli Rehn, e a búlgara Kristalina Georgieva, atual número dois do Banco Mundial.
A votação, feita por correio eletrónico, está a decorrer “segundo as regras europeias de maioria qualificada”, que estipulam que o eleito tem de recolher o apoio de 55 por cento dos países-membros representando pelo menos 65 por cento da população da União Europeia.
“Podem ser organizadas várias fases de votação, se for necessário”, precisou o ministro francês das Finanças.
Incumbido pelos seus colegas europeus de coordenar as conversações para designar um candidato europeu à sucessão da francesa Christine Lagarde, o ministro francês das Finanças, Bruno Le Maire, constatou na quinta-feira que não havia um consenso entre os 28 sobre qual o nome a indicar para a liderança do FMI, tendo decidido abrir uma votação.
Desde a sua criação, em 1944, aquela instituição foi sempre dirigida por um europeu, enquanto o Banco Mundial foi sempre liderado por um americano.
“Podem ser organizadas várias fases de votação, se for necessário”, precisou o ministro francês das Finanças.
Incumbido pelos seus colegas europeus de coordenar as conversações para designar um candidato europeu à sucessão da francesa Christine Lagarde, o ministro francês das Finanças, Bruno Le Maire, constatou na quinta-feira que não havia um consenso entre os 28 sobre qual o nome a indicar para a liderança do FMI, tendo decidido abrir uma votação.
Desde a sua criação, em 1944, aquela instituição foi sempre dirigida por um europeu, enquanto o Banco Mundial foi sempre liderado por um americano.