Economia
Habitação. Secretária de Estado defende entendimento alargado e evita polémicas
A secretária de Estado da Habitação afastou a atribuição de responsabilidades para o problema da habitação e apelou a um consenso apartidário. Patrícia Gonçalves Costa preferiu não comentar as declarações do presidente do IHRU sobre a falta de "sacrifício" dos mais jovens.
Em entrevista à RTP, Patrícia Gonçalves Costa revelou que o Governo de Luís Montenegro tem em vista um aumento do parque público habitacional em Portugal de dois para oito por cento até 2030. Uma medida que, tal como as anteriormente aprovadas, são mais significativas do que o aumento do preço dos imóveis, considerou.
Cada geração tem as suas diferenças, defendeu, preferindo não comentar o posicionamento de Benjamim Pereira: “Estes jovens têm muitas capacidades e nós temos de ir ao encontro disso”.
Portugal é, ainda assim, líder nas dificuldades para ter casa, adianta a OCDE numa comparação com outros 32 países.
A resposta do executivo a estes números tem passado pelas acusações ao Partido Socialista de ser o máximo responsável pela crise na habitação. A oposição reage e exige que se recue na lei do arrendamento.
“Esta crise já nasceu há mais de dez anos”, mas o discurso social-democrata não deverá assentar na culpabilização de outros, ripostou Patrícia Gonçalves Costa.
Em sentido contrário à posição do Governo, que promete apresentar soluções para os problemas dos portugueses, a secretária de Estado apela a um consenso sem ideologias e atento aos erros que não se devem repetir: “Precisamos de todos”.
Perante os gritos de insatisfação, que diz compreender, o Governo deverá concentrar-se nas necessidades dos jovens que procuram manter uma vida em Portugal, assegurou.
Portugal é, ainda assim, líder nas dificuldades para ter casa, adianta a OCDE numa comparação com outros 32 países.
A resposta do executivo a estes números tem passado pelas acusações ao Partido Socialista de ser o máximo responsável pela crise na habitação. A oposição reage e exige que se recue na lei do arrendamento.
“Esta crise já nasceu há mais de dez anos”, mas o discurso social-democrata não deverá assentar na culpabilização de outros, ripostou Patrícia Gonçalves Costa.
Em sentido contrário à posição do Governo, que promete apresentar soluções para os problemas dos portugueses, a secretária de Estado apela a um consenso sem ideologias e atento aos erros que não se devem repetir: “Precisamos de todos”.
Perante os gritos de insatisfação, que diz compreender, o Governo deverá concentrar-se nas necessidades dos jovens que procuram manter uma vida em Portugal, assegurou.