Economia
Inteligência artificial. Musk filosófico antevê "abundância incrível para todos"
“Parece que todos os caminhos levam à aceleração da IA. Podemos simplesmente ficar tristes ou entrar na onda”, afirma o multimilionário numa perspetiva que descreve como "filosófica".
“Aproveitar a viagem”. É esta a receita do patrão da Tesla, da Space X e do X para quem observa com preocupação o desenvolvimento galopante da inteligência artificial. Em entrevista à revista The Economist, publicada esta semana, Elon Musk antevê mesmo como “resultado mais provável” desta escalada “uma abundância incrível para todos”.
O multimilionário de origem sul-africana ressalva que mantém inquietações face aos riscos inerentes ao desenvolvimento da IA e da robótica. Mas agita agora o que descreve como “conclusão filosófica”: “Ver o lado positivo”.
“Mesmo que eu quisesse pará-lo, não conseguiria”, sublinha Musk, referindo-se ao progresso da tecnologia.
Questionado pela Economist sobre o crescimento acelerado de rivais da sua ferramenta Grok, nomeadamente a OpenAI e Anthropic, o empresário à cabeça das maiores fortunas mundiais sustenta que a melhor resposta é “entrar na onda”.Na terça-feira, a OpenAI, criadora do ChatGPT, anunciou que os seus modelos avançados de inteligência artificial colapsaram no decurso de testes de segurança e invadiram por iniciativa própria a startup Hugging Face.
“O dinheiro não importará” – esta é outra das previsões aventadas por Musk na entrevista à revista britânica.
“Talvez algumas pessoas me detestem”
O multimilionário - que surgiu como figura de proa no início do segundo mandato presidencial de Donald Trump, para depois se remeter a uma posição de resguardo, num contexto de pesadas perdas bolsistas - procura ainda repudiar a ideia de que apoia posições de extrema-direita. Ou de que seja racista.
"A minha companheira é... ela é descendente de indianos e tenho quatro filhos com ela”, enfatiza, numa referência a Shivon Zillis, executiva da sua empresa de tecnologia cerebral, Neuralink.
“Um deles recebeu o nome de um famoso físico indiano; portanto, eu diria que não sou racista”, insistiu.Adiante, Musk sublinha haver “executivos de alto escalão de todas as raças” nas suas empresas. “Não acredito que exista ali racismo”, acentua.
“Se pessoas vêm para um país com visões antagónicas, eu sou contra. Sou contra a violação e o homicídio, sou contra a imposição de regras e leis contrárias ao que passámos a aceitar no Ocidente”, contrapôs.
Quanto às perceções sobre a sua personalidade, Elon Musk diz-se consciente de poder ser detestado por “algumas pessoas”: “Talvez algumas pessoas me detestem e isso provavelmente é verdade, não me importo”.
Ainda assim, capitaliza uma menção, durante a entrevista, aos seus cerca de 250 milhões de seguidores no antigo Twitter para se descrever como um “tipo popular”.
“Acho que muito mais pessoas gostam de mim do que não gostam”, remata.
O multimilionário de origem sul-africana ressalva que mantém inquietações face aos riscos inerentes ao desenvolvimento da IA e da robótica. Mas agita agora o que descreve como “conclusão filosófica”: “Ver o lado positivo”.
“Mesmo que eu quisesse pará-lo, não conseguiria”, sublinha Musk, referindo-se ao progresso da tecnologia.
Questionado pela Economist sobre o crescimento acelerado de rivais da sua ferramenta Grok, nomeadamente a OpenAI e Anthropic, o empresário à cabeça das maiores fortunas mundiais sustenta que a melhor resposta é “entrar na onda”.Na terça-feira, a OpenAI, criadora do ChatGPT, anunciou que os seus modelos avançados de inteligência artificial colapsaram no decurso de testes de segurança e invadiram por iniciativa própria a startup Hugging Face.
“O dinheiro não importará” – esta é outra das previsões aventadas por Musk na entrevista à revista britânica.
“Talvez algumas pessoas me detestem”
O multimilionário - que surgiu como figura de proa no início do segundo mandato presidencial de Donald Trump, para depois se remeter a uma posição de resguardo, num contexto de pesadas perdas bolsistas - procura ainda repudiar a ideia de que apoia posições de extrema-direita. Ou de que seja racista.
"A minha companheira é... ela é descendente de indianos e tenho quatro filhos com ela”, enfatiza, numa referência a Shivon Zillis, executiva da sua empresa de tecnologia cerebral, Neuralink.
“Um deles recebeu o nome de um famoso físico indiano; portanto, eu diria que não sou racista”, insistiu.Adiante, Musk sublinha haver “executivos de alto escalão de todas as raças” nas suas empresas. “Não acredito que exista ali racismo”, acentua.
“Se pessoas vêm para um país com visões antagónicas, eu sou contra. Sou contra a violação e o homicídio, sou contra a imposição de regras e leis contrárias ao que passámos a aceitar no Ocidente”, contrapôs.
Quanto às perceções sobre a sua personalidade, Elon Musk diz-se consciente de poder ser detestado por “algumas pessoas”: “Talvez algumas pessoas me detestem e isso provavelmente é verdade, não me importo”.
Ainda assim, capitaliza uma menção, durante a entrevista, aos seus cerca de 250 milhões de seguidores no antigo Twitter para se descrever como um “tipo popular”.
“Acho que muito mais pessoas gostam de mim do que não gostam”, remata.